terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Hipertexto


Vendo e etimologia da palavra, o prefixo hiper (em grego significa sobre, além), nos mostra uma superação em relação às limitações na linearidade de um texto escrito. O hipertexto é um texto em formato digital, onde existe a união de um conjunto de informações de todo tipo de mídia, seja na forma de um texto, como também vídeos, imagens e sons, tornando a consulta muito mais fácil é atrativa, já que possibilita o caminho a ser percorrido a escolha do usuário, tudo isso através de links, que tem a função de conectar esses diversos conjuntos de informações. O hipertexto mais conhecido é usado pela maioria diariamente, que é a internet. Podemos citar como outro exemplo de hipertexto uma enciclopédia, já que nela não temos uma leitura linear, dentre outras obras.


Ele tem como características que o diferem de um texto normal, como a Simultaneirda de produção e circulação da informação, é uma estrutura veloz e com espaço praticamente infinito de armazenamento de informações. Também tem como características a ausência de limites, dessa vez não limites espaciais, mas sim sobre a infinidade de significados para cada sentido. Temos também a interatividade, que nos faz achar que temos total controle sobre aquilo, além de um dinamismo e de uma fácil acessibilidade a qualquer informação.

Podemos usar o Hipertexto na educação, pois ele pode impulsionar o aluno à pesquisa e à produção textual, pois a aprendizagem acontece por descoberta, já que ao tentar localizar uma informação, os usuários participam ativamente de um processo de busca e construção do conhecimento. Assim como também pode ser usado no desenvolvimento de cursos à distância, facilitando a informação para estudantes que não podem comparecer fisicamente ao local onde o conhecimento está sendo passado.

Nem somente de pontos positivos o Hipertexto é feito, algumas características que são apontadas como vantagens as vezes também se tornam um problema, como essa toda não linearidade da informação exigir atenção redobrada para que o foco do usuário não acabe indo para outros lugares.

Por Júlio César Alves Lopes

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Internet o que esse meio representa?

“A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo TCP/IP que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados. Ela carrega uma ampla variedade de recursos e serviços, incluindo os documentos interligados por meio de hiperligações da World Wide Web, e a infraestrutura para suportar correio eletrônico e serviços como comunicação instantânea e compartilhamento de arquivos.

De acordo com a Internet World Stats, 1,96 bilhão de pessoas tinham acesso à Internet em junho de 2010, o que representa 28,7% da população mundial. Segundo a pesquisa, a Europa detinha quase 420 milhões de usuários, mais da metade da população. Mais de 60% da população da Oceania tem o acesso à Internet, mas esse percentual é reduzido para 6,8% na África. Na América Latina e Caribe, um pouco mais de 200 milhões de pessoas têm acesso à Internet (de acordo com dados de junho de 2010), sendo que quase 76 milhões são brasileiros.” Wikipédia

Internet é a interação que nós fazemos a distância. É o único meio de comunicação, que envolve escrita, voz, e imagem ao mesmo tempo. Com certeza foi uma das melhores e mais expansivas invenções já feitas. A ideia de se comunicar com alguém que está a quilômetros longe de você, e num passar de mágica essa pessoa aparece na tela do seu computador, é incrível. Esse meio é hoje o central, no qual lhe dar um norte do que, do quando, e do aonde, tudo se volta entorno dele, a partir do que se posta na internet, é que vai ser averiguado, os fatos para publicar nos outros meios, ou afirmar mesmo sem saber sua veracidade.

Com isso a internet se torna a "voz e a vez" do mundo atual. A polemica que é feita de vários casos, muitas vezes que nem existem, é um grave erro desse novo meio digitalizado, podendo prejudicar e perder a credibilidade de muitos profissionais.

Imagens eletronicas

Ao pensarmos no termo imagens eletrônicas varias coisas passam por sua cabeça dentre elas a que comumente se pensa é a de imagens feitas através de equipamentos eletrônicos como maquinas fotográficas digitais, celulares ou quais quer aparelhos tecnológicos modernos que tem a função de registrar imagens, contudo existem mais coisas do que simples imagens fotografadas.

Quando estamos sentados vendo televisão, filme no cinema ou no celular também se ver imagens eletrônicas, mas de uma forma diferencia, nem sempre as imagens são fixas em tela ou monitores como é a idéia que nos vem primeiro na mente; em diversos locais somos confrontados com elas em diversas horas no dia a dia, outro exemplo é a nova forma da publicidade tem de chamar a atenção do publico, o outdoor eletrônico que passa imagens ou pequenos vídeos de forma constante e ininterrupta.

As imagens eletrônicas servem como um mais um instrumento visual com as já existem imagens analógicas, dessa forma ambas irão coexistir atentando para as funções mais diversas.

Tribos Digitais


Com a vinda do computador, generalizou-se o pensamento de que as relações passariam para o plano digital e que as pessoas tornariam-se mais antisociais, mas não foi bem assim que aconteceu.

Nos primórdios da internet, com a febre do Mirc, pessoas começaram a se conhecer online em canais de amigos em comum ou grandes canais de cidades e grupos de interesse, marcando o começo da divisão de tribos sociais. O Mirc e outros bate-papos, deram início a uma era de mensagens instantâneas, que sempre deixaram as portas abertas para que as pessoas, além de conversarem online, pudessem marcar encontros para se conhecerem pessoalmente.

Os bate papos eram, como são até hoje, divididos em sala de acordo com cidade, sexo, idade e interesses em comum, o que possibilitou que pessoas que compartilhavam dos mesmos hobbies e gostos pudessem se conectar, mesmo a quilômetros de distância. Isso deu um grande impulso ao tribalismo digital.

Hoje essas tribos estão mais unidas do que nunca, com a ajuda dos blogs e fóruns, que peneiram ainda mais os grupos de acordo com interesses em comum. Exemplos disso são os blogs de moda, os foruns de carro e até de bonsai.

Além disso, os mini-blogs e video blogs, no caso, o famoso twitter e o youtube, não só criam tribos, como cyber-celebridades. Esses novos meios de interação social fizeram com que a distribuição de notícias se tornasse mais rápida e fosse direcionada às pessoas que mais se interessavam. Em muitos casos essa união não termina na internet. Os participantes de blogs, membros de foruns e até twitteriros marcam encontros para conversarem pessoalmente e discutirem novas idéias ou novidades.

Mirc, bate papo, forum, twitter, youtube, blogs... hoje a criatividade não tem limites para unir aspessoas. E aí, qual é a sua tribo?


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A cibercultura


A cibercultura já está totalmente difundida na sociedade. Mas o que seria a cibercultura? É a inclusão entre as formas sociais pós-moderna, surgida em 60, e as novas tecnologias. Ou seja, uma relação entre a tecnologia e a sociabilidade, resultando na sociedade que vemos hoje, a qual não vive sem a tecnologia.
Isso provoca uma nova visão de mídia. Não existe, devido a cibercultura, a hierarquização da mídia. A cibercultura criou algo chamdo de “a mídia do cidadão”. Todos emitem e recebem informações e não só isso, mas são estimulados a emitir tais informações, sejam elas escritas ou sonoras. Informações essas que chegam a qualquer pessoa no planeta.
Segundo o autor Pierre Levy, é preciso “explorar as potencialidades deste espaço no plano econômico, político, cultural e humano”. A sociedade está cada vez mais preparada para a cibercultura e cada vez mais marcadas pela tecnologias digitais. Ou você se imaginaria sem ter um celular, TV a cabo, internet de banda larg, wireless.

PREFERÊNCIA



Não é a toa que a torcida do Fortaleza é a que mais cresce e aparece. A presença feminina há muito já é marcante em dias de jogos do leão. Não se sabe o que as atrai especificamente, umas dizem ser as cores, outras o hino e ainda os títulos, mas o fato é que a torcida vem crescendo assustadoramente nos últimos 20 anos como nunca se viu. Temos que reconhecer que também ocorre isso em outros clubes, mas a ala feminina da torcida tricolor se destaca. Hoje elas já existem como animadoras de torcida, é um show a parte nos intervalos de cada jogo. Parabéns torcida tricolor, tua glória é lutar e vencer também.

Cotidiano do não-lugar

Em meio a sociedade em que vivemos, somos submetidos o tempo todo a velocidade, uma velocidade maior ainda de fluxos de informações. Todos os dias e o dia inteiro corremos de um lado para o outro. Nossas vistas correm pelos livros, pelas ruas, pelas pessoas e pelo tempo em busca de informações, de estar mais presente, de cumprir horários e compromissos. Somos bombardeados ao longo de um dia inteiro através do tempo pela velocidade da vida.

Velocidade essa que está nos deixando cada vez mais sem o “lugar comun”, sem nos “fixarmos” ou pararmos para um descansinho de 5 minutos. Vivemos a era da mobilidade, e até parece que o ditado popular “tempo é dinheiro” faz mais sentido do que nunca.

Devido a velocidade da vida e do fluxo de informações, vivemos e estamos cada vez mais nos espaços públicos, o que nos coloca sempre em uma situação de passagem. Segundo Mar Augé, passamos a ocupar os “não-lugares”, onde o lugar deixa de ser ponto fixo e passa a ser qualquer lugar.

O analógico ainda não morreu


O analógico ainda não morreu


De acordo com alguns dicionários da língua portuguesa, a palavra analógica é definida da seguinte maneira.

"a.ná.lo.gi.co adj. 1. Fundado na analogia. 2. inform. Que pode assumir valores contínuos."

Sempre que falamos na palavra analógica nos vem à cabeça algo referente a sinal analógico, relógio analógico ou câmera analógica. Esse instrumentos que no século XX viviam seu auge, hoje, amargam o esquecimento. A moda do século XXI é o digital, câmera digital, TV digital e ,principalmente, sinal digital.

Porém, o que algumas pessoas não sabem é que o termo analógico vai muito além de sinais, circuitos e aparelhos, a palavra analógico pode está ligada, também, a comunicação. E podemos dizer que a comunicação analógica é a única área em que o termo analógico não será extinto.

Mais o que será essa tal comunicação analógica?

A comunicação analógica consiste em todo tipo de comunicação não verbal, como por exemplo, a postura, os gestos, o ritmo ou até expressão facial.

Não importa o quanto o mundo digital avance, algumas coisas nunca vão mudar.

Para saber mais sobre a comunicação analógica é só visitar o blog "O mundo by Thaís", o enderço eletrônico é

http://omundobythais.blogspot.com/2009/04/comunicacao-digital-e-eanalogica.html

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Novas Sociabilidades

nova (no-va) s. f*. + sociabilidade (so-ci-a-bi-li-da-de) s. f*.

Inserção de novas mídias, na qual a sociedade se identifica e passa a usar e seguir. Nas redes sociais, como em telefones celulares com a tecnologia está tudo se tornando mais fácil e comum, os avanços nessa área trazem muitos benefícios e lucros para quem se insere nelas, por que você passa a interagir com novas pessoas, conhecer cultura, tirar duvidas, quando se está envolvido com toda essa tecnologia, você acaba se perguntando se conseguiria viver sem, passa a ser um usuário fiel e se souber usar essas mídias para lhe favorecer então você consegue interagir com o mundo todo a seu favor. O desenvolvimento de todas essas redes socias, esse termo novas sociabilidades acaba sendo contraditório por que com toda essa tecnologia, acaba aumentando o isolamento social, as pessoas passam a preferir conversar, namorar e se relacionar mediadas pelas mídias digitais e acabam deixando de lado o contato físico.

*substantivo feminino

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Linha do tempo: Analógico


Com a evolução, a tecnologia no mundo passou a ser cada vez mais viável ao ser humano, que cada vez mais, adapta se mais rápido a era digital, dando menos prioridade ao que tínhamos antes como adaptável no momento, o Analógico.

Segundo o Dicionário da Língua Portuguesa “Analógico que se funda da analogia, que tem uma influência assimiladora de uma forma sobre outra.”

A digitalização vem cada vem mais provocando grandes mudanças no nosso cotidiano. Mas é inevitável negar que o analógico foi o ponta pé para que o ser humano viesse a descobrir, explorar e assim modernizar a vida do homem do século XXI.

Relógio analógico, um cassete de áudio, um vídeo cassete ou um LP são alguns exemplos de suportes analógicos. E mesmo com o passar do tempo o analógico ainda sobrevive, ainda que discretamente esta ao nosso redor.

E para conferir um pouco mais sobre as comparações do mundo analógico x mundo digital é só clicar! http://www.slideshare.net/octo.um/mundo-analogico-x-digital

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Internet.




A Internet surgiu a partir de um projeto da agência norte-americana Advanced Research and Projects Agency (ARPA) objetivando conectar os computadores dos seus departamentos de pesquisa. O sistema consiste em um grande conjunto de redes interligadas pelo mundo inteiro que tem como principal uso a comunicação, pois através dessa interligação permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados.


Graças à internet e sua velocidade a vida se tornou mais rápida e “fácil”. Você não precisa ir ao banco e enfrentar filas quilométricas para pagar uma conta, podemos nos comunicar com pessoas de outros países, e estamos em constante atualização de informação e conteúdo. Mas, como tudo na vida tem seu pró e contra, uma quantidade cada vez maior de informação de todos os tipos é disponibilizada ao público em computadores ligados à internet e não temos um controle de qualidade ao que é exposto. Com isso, cabe a nós usuários saber o que devemos ou não absorver.


Com os anos e aperfeiçoamentos o objetivo de sua criação se modificou, assim como os serviços oferecidos. A internet, no seu início, foi criada, como experimento, para conectar os computadores de um departamento, hoje ela conecta pessoas, culturas, opiniões, pensamentos. Ela conecta o mundo.



Para entender melhor sobre internet assista ao video. Ele trata do funcionamento da internet, com suas vantagens, riscos e necessidade de proteção.


Analógico – Para entendermos o hoje temos que resgatar o ontem.




Analógico é um tipo de sinal contínuo que varia em função do tempo. Um velocímetro de ponteiros, um termômetro de mercúrio, uma balança de molas, são exemplos de sinais lidos de forma direta sem passar por qualquer decodificação complexa, pois as variáveis são observadas diretamente. Para entender o termo analógico, é interessante buscarmos suas origens.

Um fato curioso

O relógio de sol foi inventando pelos Gnômons por volta de 600 a.c . Em 1344 Ricardo de Walinfard aperfeiçoou esse mecanismo e criou o relógio analógico. (1º fato de equipamento analógico registrado)
Podemos tomar como exemplo o relógio como um típico dispositivo analógico onde os ponteiros movem-se continuamente em torno do seu eixo. Trata-se de um equipamento com mecanismos, que através de uma válvula de metal, encosta em certas engrenagens que misturadas ao óleo produzem um efeito de movimento e um ruído “tic tac".
Em meados do século XX surge a chamada estrutura digital...(em Jonatan?) onde esses sinais são lentamente substituído.

Desterritorialização




Não tenho patrocínio da TIM, mas não deixo de concordar o mundo está mesmo mudado, as fronteiras estão se abrindo mesmo. Com a globalização, o mundo está cada vez menor, as notícias são em tempo real. A desterritorialização surge neste âmbito, onde os lugares estão em constante trânsito e o sentimento de “não pertenço a este lugar” aparece com mais freqüência. No entanto, você nunca se identificou e conheceu tantos lugares/pessoas quanto agora, mesmo que não tenha saído de casa.

“... à medida em que os horizontes temporais se encurtam até ao ponto em que o presente e tudo que existe, temos que aprender a lidar com um sentimento avassalador de compressão de nossos mundos espaciais e temporais.” (David Harvey, 1989, p. 240).

A desterritorialização é o impacto da globalização sobre nossa compreensão de tempo e espaço, que muda nosso olhar a respeito do agora.


Concretizar o Digital!

Significado - digital (di-gi-tal)
“Diz-se dos sistemas, dispositivos ou processos que empregam tal modo de representação discreta (por opos. o analógico).”

Esse conceito, idéia de Digital, já esta mais do que batido em nossas mentes. Porém, o que nos falta conhecer é a complexidade de seu aprofundamento. Deve estar dando um nó, né? Calma! Fique tranqüilo...
O que estou tentando informar é o seguinte, nos tempos “modernos” de hj; é impossível não associarmos o Digital com outros temas de importância única, por exemplo : Cultura Digital,cibercultura,revolução digital,era digital etc...Sendo assim, conseguiremos uma formação mais detalhada, completa, se conseguirmos aprofundar esses conceitos e interligarmos ao seu real papel em nossas vidas.

O que é Cultura Digital?
Será... uma cultura movida por ações e gostos digitais; um costume não “analógio” será Solon?
Bem... segundo a nossa Mãe Digital Wikipédia: “Não está bem consolidado o REAL conceito...” Mas, eu encontrei em um dossiê do sociólogo espanhol Manuel Castells, um dossiê publicado pela revista Telos, mantida pela Fundación Telefónica, define a cultura digital em seis tópicos:
1.Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;
2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;
3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;
4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;
5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processos de comunicação;
6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.
Vocês notaram a dificuldade de se concretizar o Digital? Então, qual é a sua idéia de digital?
Curiosidade!
Sabia que os estrábicos não enxergam imagens em 3D?
veja a matéria completa no link:
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/sabia_que_estrabicos_nao_enxergam_imagens_em_3d

As novas sociabilidades


A sociabilidade existe desde os primórdios da humanidade, em que o ser humano percebeu a necessidade de haver uma convivência em grupo para a sobrevivência de cada indivíduo. Naturalmente, os humanos se desenvolveram e por conseguinte as formas de sociabilidade também. Através das revoluções na tecnologia de informação e comunicação, surgiu a sociabilidade virtual que ultrapassa as fronteiras do espaço e do tempo, aumentando a possibilidade de interação e criando, muitas vezes, um deslocamento do habitual meio social físico para o meio social em rede. As novas sociabilidades criam tabus desde que começaram a popularizar, enquanto alguns acreditam que a tecnologia virtual provoca um isolamento por causa do contato físico que deixou de ser essencial para a comunicação, outros acreditam que há uma maior socialização pela praticidade e possibilidades maiores de contato. Tradicionalismo à parte, é evidente que uma pessoa com o hábito de usar a rede virtual tem um acervo de informações e disponibilidade de comunicação maior do que quem está fora disso.

Analógico? Lógico que sim!


Vivemos em uma sociedade marcada pelo imediatismo. Podemos fazer compras virtualmente, receber informações em tempo real e até se relacionar com pessoas pelas diversas redes sociais da internet. Mas, será que foi sempre assim?

Antes dessa Revolução Digital, o que predominava era o Analógico. O termo Analógico é derivado de Analogia. Analogia, por sua vez, é a relação de semelhança/comparação entre coisas reais. Um exemplo é o relógio analógico que com seus ponteiros faz uma analogia à posição do sol.

Além dos relógios, das tvs, e das câmeras , o Analógico também faz parte do mundo da comunicação. A linguagem publicitária e a linguagem poética são exemplos de mensagens analógicas.

O acesso a tecnologia influencia e muda as pessoas. Transformam-se os conceitos e os paradigmas. Porém, precisamos ressaltar que independente do Digital e a sua abstração ou do Analógico e os seus objetos palpáveis, os dois adquiriram importância não só para a comunicação como para as nossas vidas.

Cibercultura



A cibercultura, apesar de ter vários significados, pode ser explicada por ser a relação entre as tecnologias de comunicação, informação e a cultura. É uma transformação da noção de cultura, ou seja, ela é uma cultura contemporânia marcada pelas novas tecnologias digitais. Cultura essa que estamos vivendo agora.
O video abaixo, apesar de não ter texto, mostra como a tecnologia faz parte do nosso dia a dia e da nossa cultura e como ela alterou o modo de se viver.



Mas a cibercultura também tem seu lado ruim, nesse video a cibercultura é criticada e analisada:

ci.da.de-ci.bor.gue


cidade-ciborgue
ci.da.de-ci.bor.gue
1.Termo utilizado para caracterizar cidades contemporâneas que passam por transfigurações importantes com o advento das novas tecnologias da comunicação e informação. 2. extensão de grande formato permeada por espaços de informações digitais e suas diversas tecnologias. 3. Medida de lugar em que o espaço físico urbano é associado às infra-estruturas digitais. 4. Segundo André Lemos, é a forma atual do espaço urbano, da pólis contemporânea, na sociedade das redes telemáticas, da cibercultura e da era pós-industrial. 5. Espaço contemporâneo intimamante atrelado à tecnologia digital.

Uma Cyber-Transformação


A cidade ciborgue é a cidade da cyber cultura, preenchida e complementada por novas redes telemáticas (internet fixa, wireless. celular, satélites...) que se somam às redes de transporte, energia, saneamento, iluminação e comunicação. Um híbrido composto por redes sociais, infra-estruturas físicas, redes imaginárias, constituindo um organismo complexo, cuja dinâmica está associada à novas tecnologias da ciber cultura.

Os espaços de lugar, como ruas, monumentos e praças e passam a ser interfaceados pelo espaço de fluxo através de diversos dispositivos de conexão às informações digitais.

Na cidade ciborgue o espaço cibernético e o espaço real juntam-se ao espaço físico e ao tempo cronológico. Não se trata de uma substituição de uma cidade de aço e concreto, mas de uma reconfiguração profunda. A cidade de concreto e aço não desaparecerá, muito pelo contrário. Podemos ver um certa interrelação aguda entre os espaços eletrônicos e espaços físicos. Estamos assistindo mutações importantes no que vem a ser espaço urbano.

Cibercultura


Lévy Pierre publicou um livro que explica que cibercultura “Não é a cultura dos fanáticos da Internet, é uma transformação profunda da noção mesma de cultura”. Mas o que significa mesmo esse conceito?

A cibercultura é a relação entre as tecnologias de informação, comunicação e cultura com a sociabilidade. O principio que dá a direção a esse conceito é a de re-mixagem, que é quando se combina e modifica as informações por meio de ferramentas presentes no ambiente virtual.

Na cibercultura, novos critério de criação, criatividade e obra surgem, consolidando essa cultura remix, na qual existe a possibilidade de apropriação, desvios e criação livre. Essas possibilidades podem começam com a música, por exemplo, com os DJ’s de música eletrônica. Tudo isso com a colaboração da dinamicidade da sociedade moderna.

Hoje também se pode reproduzir, criar e reciclar conteúdos. Essa capacidade que todos nós temos, é reflexo da cibercultura. E a expansão dessa relação entre tecnologia com sociabilidade potencializa o nosso poder de compartilhar, de se apropriar e de modificar conteúdos virtuais.

Imagem Eletrônica: como definir?


Antes de traduzirmos o significado do termo Imagem Eletrônica, analisemos, primeiramente, as palavras "Imagem" e "Eletrônica" separadamente.

O termo Imagem pode ter vários significados. No ponto de vista da Ótica, por exemplo, uma imagem é um conjunto de pontos que convergem num plano. Entrando num campo mais abstrato, é possível afirmar que imagem é um suporte capaz de gerar troca de informações. Porém, apesar das várias definições, podemos dizer seguramente que imagem significa uma representação visual de determinado objeto.

De forma geral, Eletrônica é uma ramo da ciência que estuda o uso de circuitos elétricos, com o objetivo de representar, armazenar ou transmitir informações, além de estudar formas de controlar a energia elétrica através de meios elétricos nos quais os elétros tem papel fundamental.

Posto isto, podemos, finalmente, conceituar Imagem Eletrõnica. De forma abrangente, podemos afirmar que Imagem Eletrônica é uma representação visual criada por circuitos elétricos, onde é possível transmitir informações. Imagens que captamos na TV ou no computador são alguns exemplos.

As imagens eletrônicas estão demasiadamente presentes em nosso dia-a-dia. Muitas vezes até nem as percebemos. Estamos rodeados de figuras, paisagens (até mesmo pessoas) eletrônicas. Um bom exemplo é a jornalista Eva Byte, (quem não lembra dela?), mulher criada em programa de computador, em meados da década de 2000, pela Rede Globo de Televisão. Ela ocupou, durante mais de dois anos, o espaço que poderia (ou deveria) ser de um ser humano de carne e osso.

Estarmos rodeados desse tipo de imagens é algo tão comum em nossos dias, tão natural, que não nos damos ao trabalho de refletir sobre as desvantagens desse "mundo". Acabamos acomodados com as facilidades que essas imagens nos proporcionam, com os lugares que podemos chegar através delas. Porém, esquecemos que essas imagens,muitas vezes, não retratam a verdadeira realidade. São apenas criações, imagens. Como afirma a autora Beatriz Furtado no livro Imagens Eletrônicas e Paisagem Urbana, são imagens que se expõem simultaneamente aos fatos e se desvanecem entre as linhas dos monitores ou, na maioria das vezes, são imagens sem tempo: que nunca aconteceram, que são apenas referências numéricas" (p.70).

O vídeo a seguir é um grande exemplo da grandiosidade das imagens eletrônicas, do quão perto elas estão e que, muitas vezes, nem mesmo as percebemos.




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