imagem eletrônica
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Imagem Eletrônica

Antes das fotografias, podia-se ter como conceito de imagem os desenhos, esculturas
de antigamente.
Sua utilização era simples: o retrato ou representação de uma imagem real.

Fato curioso para publicitários é que sua utilização antigamente podiam ser de panfletos na época medievalpara informar consumidores a um produto ou serviço.

Com a entrada da fotografia em 1826, o foco da comunicação foi ampliado, não mais se restringindo a somenteuma representação de uma imagem real.
A arte e criatividade acaba podendo ser expressada; comunicada para as pessoas com esse interesse.

Diante a rápida evolução das tecnologia e comunicação, os recursos expandiram sua capacidade de acesso.
Hoje, a tecnologia nos proporciona essas mesmas técnicas analógicas, de um modo digital
As imagens agora puderam ser geradas através de dispositivos tecnologicos que processam essas informações em um meio virtual.

A televisão, o cinema, a internet e novas midias emergentes podem ser citadas como exemplos para a divulgação dessas imagens eletrônicas.

No vídeo abaixo, pode-se compreender melhor um exemplo de imagem eletrônica, usando tecnologia recente, sendo utilizada na comunicação através de propaganda.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Imagem eletrônica

Por ser bastante utilizado, o termo imagem é difícil de se definir de forma simples, mas tentando ao máximo simplificar, a imagem seria uma representação, o segundo objeto de uma imagem inicial que ela estaria representando. Já a palavra eletrônica é um ramo da ciência que estuda os circuitos, tanto os eletrônicos como os elétricos, tendo como objetivo armazenar, representar, transmitir ou processar informações.

Podemos então definir imagens eletrônicas como aquelas que são transmitidas através de uma lente que projeta uma imagem inicial, não as imagens que a gente pode vê, as chamadas imagens "reais". Podemos usar como exemplo de imagem eletrônica as imagens que nós vemos através do computador, do celular, do cinema, da televisão, etc e assim perceber que estamos todos rodeados de imagens eletrônicas.






Um trecho do livro "Imagens eletrônicas e paisagens urbanas", da autora Beatriz Furtado exemplifica melhor o conceito descrito acima: "As imagens videográficas, as do computador e dos monitores eletrônicos são de outra ordem: o real não necessariamente é uma referência, são imagens que podem produzir-se do nada, a noção do tempo se desfaz. Nas imagens eletrônicas, já não existe a ideia de apreensão do momento que se nos apresenta frente a algo que já passou. Não são instantes que se apreendem do tempo. Não tem mais nenhum sentido falar de tempo congelado. O tempo pede fluxos. As imagens de câmaras videográficas não têm o atributo de armazenamento da informação, inclusive porque, do ponto de vista técnico as imagens têm uma vida muito curta, dado seu suporte magnético. Em geral, são imagens que se expõem simultaneamente aos fatos e se desvanecem entre as linhas dos monitores ou, na maioria das vezes, são imagens sem tempo: que nunca aconteceram, como ocorre com as imagens do computador, que apenas são referências numéricas. (...) Por outro lado, há um eterno presente nas imagens eletrônicas. Basta que pensemos, por exemplo, na imagem fotográfica. O suporte fotoquímico convencional se constitui em um recurso de conservação, como um testemunho de algo que aconteceu. Como disse o fotógrafo Pedro Mayer (1996, n° 7), "Eu fotografo para lembrar." Essa é uma expressão que expressa obviedades.."


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Maira Gall