“Até ontem ainda era comum ouvir que video no You Tube eraformato de viral. Certa vez li que “viral não é formato, é consequência” (Ricardo Figueira – Diretor de Criação da AgênciaClick).”
No geral, “viral” é aquilo que se espalha e toma proporções muito grandes (e, consequentemente, sendo visto por muitas pessoas) em uma velocidade muito rápida. Os mais populares objetos que fazem parte do grupo de virais podem ser: Marketing Viral e/ou Vídeos/Imagens que são espalhados na internet com uma velocidade enorme, e muitas vezes acabam se tornando memes. Mas aí já é outra definição.
Na maioria das vezes, esses Vídeos/Imagens são produtos de propaganda.
“Nessa outra ação(ainda não descobri qual é a agência) eles partem do principio básico do viral: NÃO PODE PARECER PROPAGANDA, MELHOR AINDA SE PARECER AMADOR.”
Viral de uma cabra que grita, utilizado como mashup em vários outros vídeos.
Paródia com a Música 'I knew you were trouble" de Taylor Swift, utilizando a cabra do viral acima.
Medianeras é um filme argentino
que mostra de maneira similar a vida e as relações que se fazem presentes na era da modernidade líquida.
Quando assisti Medianeras, notei várias ligações que poderiam ser feitas com trechos do
livro Amor Líquido do sociólogo
polonês Zygmunt Bauman. Mas antes de eu continuar, vamos a um breve resumo do
filme. Seus protagonistas são dois jovens, Martin e Mariana, que moram na
capital argentina, Buenos Aires. Os dois não se conhecem e ambos vivem
sozinhos. Martin trabalha em casa produzindo sites e Mariana é uma arquiteta
que ganha a vida decorando vitrines. Com o desenrolar da trama, eles se
relacionam com outras pessoas, porém de forma rasa – nada tão intenso ou
profundo –, o que os faz buscar saídas nos meios de comunicação, tais como o
celular e a Internet.
Em certo ponto do
filme é provocada uma reflexão sobre o poder que os telefones celulares têm de
nos manter sempre conectados. Isso é verdade, porém mesmo assim vivemos
isolados, segundo Bauman, de forma que “cada unidade móvel faz a mesma coisa,
mas nada é feito em conjunto”. Sentimos a necessidade mantermos contato, de
estarmos conectados (ligados) a alguém. Contudo, na era da modernidade líquida,
essas ligações são fracas e banais, de forma que substituímos as relações
pessoais pelas relações virtuais, pois estas exigem menos esforço e
compromisso.
A Internet é outro
meio de comunicação que nos mantêm conectados com o resto do mundo e distante
das pessoas mais próximas. Martin e Mariana não se conheciam, embora tivessem
se cruzado várias vezes pelas ruas de Buenos Aires. Os dois só vieram se
conhecer por meio de um bate-papo via Internet. De volta a Bauman, o sociólogo
afirma que o namoro pela Internet tem vantagens sobre o encontro pessoal, pois
o primeiro facilita tanto a aproximação quanto o afastamento. Basta um e-mail ou
uma mensagem online para se começar ou terminar um relacionamento. No caso do filme
Medianeras, a primeira situação prevaleceu, mas eu não pretendo dar spoilers
nesse post. Então, cabe a você fazer aquela pipoca assistir ao filme. Eu recomendo.
Também conhecido por ciberjornalismo, essa nova plataforma do jornalismo, comparada a outras tradicionais, como por exemplo a TV, teve um grande avanço no ano de 1995. Foi nesse ano que se iniciou o Jornal do Brasil, primeiro jornal brasileiro a ter uma edição online. Aquele foi o pontapé para que esse segmento deslanchasse e fizesse tanto sucesso. Com o avanço da tecnologia, as pessoas se tornaram mais conectadas com a rede mundial de computadores, a famosa internet.
Você deve estar se perguntando, o que tem a ver o avanço da tecnologia e o fato das pessoas estarem mais ligadas à internet com a jornalismo digital. E eu respondo: tudo a ver. As pessoas necessitam se comunicar, necessitam de informações, gostam e têm curiosidades por notícias e, a plataforma online, é uma forma de se manter conectado e informado com rapidez e qualidade, ao menos na teoria.
Para alguns autores, (ROCHA, 2000; PALACIOS, 2001b; MIELNICZUK, 2001), o jornalismo digital possui seis características que fazem com que o leitor se sinta atraído, tornando essa área do jornalismo diferenciada e interessante. São elas: Instantaneidade, que significa a capacidade de transmitir um fato com rapidez ; Perenidade, que significa a possibilidade de deixar guardada ou armazenada determinado arquivo ou publicação; Interatividade, apesar do nome deixar bem claro essa terceira característica ( interagir), a forma que ela pode ser aplicada no espaço digital é muito abrangente. Essa interatividade pode ser entre os leitores, comentando sobre determinada matéria. Poder ser também, através de hiperlinks que auxilia na hora da pesquisa; Multimediação, multimedialidade ou convergência, essa pode ser a característica que talvez. faça com que essa ferramenta jornalística ganhe força e afirmação. Pois permite que o autor da matéria, a possibilidade de fazer mais que simplesmente textos. O áudio e o vídeo são ferramentas bastantes frequentes na maioria das publicações; Hipertextualidade, já citado no texto, o significado dessa quinta característica é a possibilidade de ligação entre links; Personalização de conteúdo, com o crescimento dessa mídia, os conteúdos se tornam cada vez mais diversos, oferecendo ao leitor inúmeras possibilidades de leitura, ou seja, o leitor seleciona o que mais lhe despertar interesse.
Apesar de todas essas características que contribuem para o crescimento dessa nova mídia, muitos jornalistas se questionam sobre o futuro do jornalismo impresso, que para muitos, está perdendo espaço para o jornalismo digital. A resposta dessa dúvida, o tempo poderá responder.
Quando pensamos em Primavera, qual a primeira imagem que nos vem à cabeça? Talvez um campo colorido com verde e diversas outras cores, casais namorando, passarinhos voando. Pelo menos essa é a imagem que víamos representando a Primavera nos desenhos animados durante nossa infância e até hoje. Porém a Primavera Árabe passa muito longe dessas imagens coloridas. Na realidade a cor se resume ao vermelho, tom que pode significar muitas coisas, desde o amor até o perigo, mas que na Primavera Árabe representa o sangue. Tudo começou em 2010, quando um jovem tunisiano ateou fogo ao próprio corpo como forma de protesto à situação vivida em seu país.
O ato de desespero do rapaz, que estava desempregado, acabou desencadeando uma onda de protestos que pôs fim a uma das ditaduras mais longas do mundo árabe e deu início à Primavera Árabe. Com o sucesso das manifestações na Tunísia outras revoltas se instauram em diversos países, em especial no Egito, que vivia situação semelhante à da Tunísia, com uma ditadura rígida e duradoura. Após meses de disputas e uma total paralisação do país, o ditador Hosni Mubarak renunciou ao cargo, mas os protestos continuam até hoje para que os militares que, que apoiaram Mubarak, parem de interferir no governo.
Porém, talvez o caso mais conhecido seja o do ex-ditador líbio Muamar Gadafi, que estava no poder desde 1969. No caso da Líbia se viu com abundância o tom vermelho que comentei no início do texto, já que Gadafi estava determinado a não abrir mão do poder e reprimiu com violência os protestos, matando milhares de pessoas e dando origem a uma guerra civíl. Essa atitude foi reprovada pela comunidade internacional e destruiu toda a credibilidade que o ex-ditador tinha (que já não era muita). A partir daí houve uma intervenção da OTAN e com sua ajuda os rebeldes foram, aos poucos, dominando o país culminando na captura e morte por espancamento de Muamar Gadafi (o que não foi uma imagem bonita de se ver).
Também seguindo o exemplo dos países vizinhos, os iemenitas conseguiram, após fortes protestos, depor Ali Abdullah Saleh. Dentre essas manifestações houve até mesmo um atentado que fez o ex-ditador sair do país temporariamente para fazer um tratamento.
Outros países vivem intensos protestos e muitos já conseguiram algumas mudanças, mas tudo indica que a Primavera Árabe vai durar mais algumas estações.
CURIOSIDADE
Um grande aliado dos rebeldes nos protestos foram as redes sociais, elas empenharam um papel fundamental na luta contra as repressões. Com a utilização da web foi possível a propagação dos acontecimentos para o ocidente. Sem as redes sociais as coisas teriam sido bem diferentes.
Para entender um pouco melhor sobre o assunto, indico o programa feito pela TV Cultura. O Vídeo é um pouco longo, mas muito bom.
A
participação do cidadão na pesquisa e produção de notícias
aumentou e isso transformou a maneira com que as informações são
veiculadas. A imprensa vem recebendo informações e publicando
notícias de pessoas comuns e até de certo ponto
desconhecidas. A essa forma de fazer notícia, é dado o nome de Jornalismo
Colaborativo também conhecido por Jornalismo Cidadão. Denominado
assim por fazer do público, colaborador da notícia transmitida.
Para as pessoas que optaram por essa forma de fazer jornalismo, o
Jornalismo Cidadão é uma chance de tornar a informação democrática a
partir do momento em que qualquer pessoa teria acesso à mídia, não
apenas como leitor ou espectador.
Acredita-se que esse tipo de fazer jornalístico começou no século 18 com alguns
panfletários e escritores anônimos que ganharam
destaque imprimindo as próprias publicações. Tempos depois, já na
década de 60 foi possível perceber o Jornalismo Colaborativo na
morte de John F.
Kennedy,quando cidadãos
que presenciaram o acontecimento postaram vídeos do momento. Nos
anos 90, tornou-se possível a qualquer pessoa, criar uma home page
para compartilhar opiniões. Com o avanço da tecnologia,
tornou-se mais evidente a participação do público no relato de
fatos diários.
Não
se deve confundir Jornalismo Colaborativo com Jornalismo Comunitário,
pois este caracteriza um jornalismo profissional voltado para o
cidadão, um exemplo são os jornais e rádios
produzidos por moradores de uma favela.
Hoje,
grandes mídias (emissoras de rádio e TV,sites,jornais) aceitam matérias enviadas por cidadãos,ou pelo menos fotos e videos. A prática do
Jornalismo Colaborativo, por mais presente que esteja ainda sofre
críticas. Motivo de uma das críticas foi dada pelo jornal The
New York Times, dos EUA, que acusou o Jornalismo
Cidadão de fugir da objetividade jornalística. A credibilidade da
informação, proveniente desse fazer jornalístico ainda é
discutida.
O vídeo a seguir é um exemplo de Jornalismo Colaborativo:
Quando se coloca SOPA no
“Google”, a primeira página que se trata é como fazer uma boa sopa de diversos
temperos e gostos. Mas não é apenas na culinária que se tem SOPA. Stop Online
Piracy Act mais conhecido como SOPA, foi um projeto de lei da Câmara dos
Representantes dos Estados Unidos, apoiado por um grupo bipartidário com doze
participantes que queriam combater a pirataria online, e fortalecer os
detentores dos direitos autorais.Uma briga antiga, e difícil de ser vencida,
pois, as tecnologias avançam e as dificuldades de combaterem a pirataria
dificulta.
Um dos maiores sites de compartilhamento de
arquivos de filmes, jogos, músicas e de outros segmentos, MEGAUPLOAD foi tirado
do ar por violar leis de pirataria. Segundo o governo americano, após a criação
da lei, os donos da empresa MEGAUPLOAD, foram presos através da nova lei americana, SOPA (Stop Online
Piracy Act ). O governo afirma, que o serviço custou aos detentores de direitos
autoriais mais de 500 milhões de dólares de prejuízos. A empresafoi acusada por infringir leis, que incluem direito autoral, formação de
quadrilha, violação de propriedade intelectual e lavagem de dinheiro.
E isso acabou gerando dúvidas e posições de
pessoas que são a favor ou contra. O bom do projeto é proteger os bens de quem
produzem, pois quem produz, obviamente tem os direitos autorais, como
gravadoras, estúdios e outras do seguimento. Na outra remada, são aqueles que
não apoiam a lei. Para eles, apoiar uma lei que não favorece a sociedade no
mundo virtual, é uma forma de censurar e sentirem que estão sendo controlados.
A questão é, como fazer isso? o que tem de ruim do projeto? Impor uma "ditadura virtual", é a solução? Essa são as perguntas que você pode pensar e que
está sendo gerado por aqueles que usufruem da internet. Mas a principal do meu
ver é: Será que essa lei, pode acabar a pirataria no mundo? Ao meu ver não, e
você?
Tendo em vista o grande crescimento das redes sociais, a publicidade foi investindo cada vez mais nesse tipo de mídia, e, aos poucos, foram começando a aparecer as Agências Digitais. Mas afinal, o que é uma agência digital?
Resultante da combinação entre as áreas de comunicação, tecnologia da informação e marketing, ela trabalha com propaganda e promoção, informação e tecnologia e se responsabiliza por diversos serviços, que podem se dividir em: Criação de Websites, Criação de hotsites, Criação de Landing Pags, Mídia, Redes Sociais, Seeding, Gestão de presença, Links patrocinados, SEO, Newsletter, E-mail marketing e Advergames. Dentro de uma Agência digital, podemos encontrar uma diversidade de profissionais, tais como: Arquiteto de Informação, Designer de Interface, Webdesigner, Programador, Consultor de projetos online, Web analytics, Gerente de Redes Sociais, Planejamento de mídia online, Diretor de arte, Gerente de projetos, Webwriter e Animador Flash. São muitas as agências digitais localizadas no Brasil, e existe até uma entidade de classe sem fins lucrativos que engloba todas elas, que é a chamada ABRADi(Associação Brasileira das Agências Digitais).
O que "gangam style", "Luiza no Canadá", "Nissim Ourfali" tem em comum? São vídeos que caíram na internet e rapidamente viraram febre nas redes sociais, chamados de virais. Recebem esse nome pois estão relacionados a vírus, por conta do efeito de "contaminação" e expansão que eles causam.
Viral está ligado completamente as redes sociais. É algo que cria expansão na internet, ganhando altos índices de popularidade. A publicidade utiliza-se muito de virais. Um grande exemplo disso é o cantor PSY do hit "Gangnam Style". O vídeo que ultrapassou 1 bilhão de visualizações em 7 meses no Youtube, foi considerado o mais visto da história do site. A partir disso, a marca Gillette criou uma parceria com o cantor e vão gravar uma série de comerciais.
Uma das características do viral é a originalidade, ele tem que ser diferente de tudo que já lançaram. Essa diferenciação que causa o interesse das pessoas na divulgação. Afinal, quem nunca comentou com os amigos algum vídeo que era fênomeno na internet?
O termo “meme” foi desenvolvido pelo escritor Richard Dawkins, no livro “O Gene Egoísta”, em 1976. O real significado vem da palavra grega “mimeme”, que simboliza “algo que é imitado”. No best-seller de Dawkins, a palavra meme passa um sentido de propagação cultural, que vai de pessoa para pessoa. Essa transferência pode ocorrer de diversos modos: música, trecho, imagem, frase, etc.
Os memes surgiram, inicialmente, em blogs americanos, e a febre não demorou muito até chegar ao Brasil. Os famosos desenhos engraçados mostram fatos do dia a dia e estão presentes em todos os sites de relacionamento. No Facebook, por exemplo, podemos encontrar páginas de memes com mais de 1 milhão de seguidores, o que comprova mais ainda o quanto eles fazem parte do cotidiano dos internautas.
Atualmente, a internet passa a ser um meio em que as pessoas (ou melhor, os usuários) buscam desenvolver uma comunicação exclusiva, voltada diretamente para esse veículo. O meio virtual sempre possuiu um modo particular de informar, mas o que percebemos hoje é que, a partir do uso de imagens, está sendo mais fácil traduzir todo um contexto social, cultural e, acima de tudo, cômico.
Saiba mais:
A revista superinteressante traz uma reflexão. Jerônimo Teixeira define como é que, de fato, os memes afetam a nossa vida. O artigo relata o sucesso dos memes em atingir um grande número de mentes e as distintas opiniões de diversos pensadores a cerca do assunto. Tenha acesso ao texto na íntegra clicando aqui.
Este pequeno vídeo mostra alguns exemplos de memes.
Provavelmente, você já deve ter ouvido falar (ou não) em "blogosfera" e talvez não saiba o seu significado.
A Blogosfera é o nome dado a toda comunidade de blogs na internet. Através dos blogs, várias ideias são desenvolvidas e transmitidas. Como o próprio nome sugere, a blogosfera é um universo de informação, assim como outros meios de comunicação: televisão, jornais, programas de rádio.. Muitos blogs estão interconectados, ou seja, os blogueiros - pessoas que escrevem os blogs - leem os blogs um dos outros, postam comentários, criam laços entre si.
Mas quais as vantagens de ter um blog?
Os blogs estão cada vez mais ganhando espaço nesse meio de comunicação que é a internet. Eles tem a capacidade de promover interações entre os leitores, permitir troca de conhecimento e acesso a diversos conteúdos. É importante lembrar que deve-se ter ética ao escrever no blog, pois é um fonte onde muitas pessoas acreditam e agem segundo as informações presentes nele. A partir do momento que se cria um blog, você se torna participante dessa rede chama blogosfera.
Se você já é um blogueiro, parabéns! Se não, seja bem vindo.