segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cidade Ciborgue.

Hoje em dia não paramos para pensar como nossas cidades são contemporâneas, por quanto elas passaram para ser mudadas, serem modificadas, e como elas chegaram a ser o que elas são hoje, principalmente suas atividades dominantes. A partir disso, criaram o termo "cidade ciborgue" que é exatamente isso, o fato de nossas cidades, os lugares de todo o mundo serem analisados os impactos da tecnologia na sociedade.

A Cidade Ciborgue também é uma cidade que é preenchida por novas e várias telemáticas, que começou a aparecer na fusão dos anos 70 surgindo afim de melhorar nossas vidas. O autor André Lemos diz, que o processo para as cidades "cyborguizarem" não passa de uma expansão feita pelo homem que sai da natureza e entra em uma "ordem artificial" que seriam as tecnologias.

A mídia, nossas relações no dia-a-dia estão se transformando, através da cibercultura, que está transformando os espaços de fluxo e os espaços de lugar. Como podemos perceber, hoje é mais fácil recebermos uma noticia ou saber se ela é realmente verdadeira, por redes sociais, ou sites de jornalismo. Hoje, a notícia sai mais rápido em um site do que em um jornal, ou televisão. A Cidade Ciborgue traz isso, o tempo real que junta-se ao espaço físico. Quando a tecnologia chegou ate nós nos anos 70, podemos dizer que entramos na era da informação e da tecnologia.

Citarei alguns trechos de André Lemos na qual achei super importante:

"A organização social e as diversas representações políticas são também
predominantemente de base local e a identidade cultural é freqüentemente construída
através do compartilhamento da experiência histórica em um dado território físico e
simbólico. (...) Hoje, através dos diversos dispositivos eletrônicos, o espaço delugar é complexificado pelo espaço de fluxo: relações estabelecidas online repercutem em encontros reais, compras e home banking interferem no dia a dia da cidade de concreto e aço, ativistas usam a rede para organizar manifestações políticas ou hedonistas como as atuais Flash Mobs."

"As diversas trocas práticas sociais da cibercultura (chats, listas, blogs, email,
etc) estão, pouco a pouco, transformando e re-estruturando o espaço de fluxos e osespaços de lugar."

"As redes telemáticas da cidade-ciborgue tem sido crescentemente usadas pelos
movimentos sociais de todos os tipos como terreno de organização e como um meio
privilegiado para quebrar o seu isolamento e interfacear o espaço virtual ao real."

"Como vimos, toda cidade é composta de diversas redes. A cidade-ciborgue
nada mais é do que a cidade contemporânea permeada por mais uma gama de redes de
infraestrutura de comunicação; as redes telemáticas que estão modificando tanto o
espaço urbano como as relações sociais nesse espaço."

"As cidades-ciborgues podem ser consideradas cidades da informação, cidades
transacionais, centros de troca de informações digitais na economia mundial. A
globalização está fortemente relacionada à crescente dominância em todos os setores
da economia e das corporações transnacionais."

"Aparece, com a cidade-ciborgue, uma nova
relação entre o espaço urbano citadino e a interação comunicativa. O cidadão
consumidor passivo transforma-se paulatinamente em um cidadão hiperconectado
sendo obrigado a interagir cada vez mais com redes e instrumentos de comunicação
digitais."

"A cidade-ciborgue gera excesso e reticulação, novas formas associativas,
novas visões do mundo e novas formas de expressar e emitir informação (webcams,
diários, páginas pessoais, comunidades virtuais…). Entramos na esfera de um novo
espaço público midiatizado, o espaço telemático, cujo germe foi o media espace dos
mass media do século XX. A cidade-ciborgue vai pouco a pouco transformando as
práticas de participação dos cidadão, agora cidadãos-ciborgue consumidores de
informação, no espaço urbano (físico e virtual)."

O que se define por real?

"O real é relativo".








O real nada mais é do que a simples interpretação de tudo que existe em nossa volta. O real é tido como aquilo que existe, fora da mente. Ou dentro dela também.
Na interpretação ou representação do real, (verdade subjetiva ou crença), a realidade está sujeita ao campo das escolhas, isto é, determinamos parte do que consideramos ser um fatoato ou uma possibilidade, algo adquirido a partir dos sentidos e do conhecimento adquirido. Dessa forma, a construção das coisas e as nossas relações dependem de um intrincado contexto, que ao longo da existência cria a lente entre a aprendizagem e o desejo: o que vamos aceitar como real? Portanto a realidade é construída pelo sujeito cognoscente; ela não é dada pronta para ser descoberta.


fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade

Sociabilidade Virtual

A revolução tecnológica foi responsável por mudar o cenário da comunicação. A partir da criação da Internet informações do outro lado do mundo eram compartilhadas em segundos. Mas foi o desenvolvimento dos  aparelhos celulares e, a criação da rede social, que viria a mudar e consolidar uma nova forma de interação social: A sociabilidade virtual.

Mas o que seria isso? Representado por salas de bate papo, msn, blog, e-mail, e atualmente redes sociais, esta última, por sinal, legitimada pelos internautas como o principal ambiente de socieabilidade virtual.  Diferente de "socialização" que requer interação com uma estrutura social, a sociabildade é a interação com práticas tecnológicas. Para Alfred  Schutz (1979) deve ser entendida  "pela comunicação sincrônica e com contato interpessoal mediado pela tela do computador".

Estendemos nossa vida para a virtualidade. É possível criar e manter amizades, trabalhar, "viajar", estudar, e há  quem acredite, até namorar. O cenário virtual possibilita ainda a participação ativa em diferentes “tribos cibernéticas”. Suas características comportamentais podem ser moldadas neste novo mundo, a fim de serem aceitas onde a realidade não permitiria.

Com o novo cenário surge então o mito de que as novas tecnologias estariam afastando as pessoas de seus relacionamentos sociais.  Há quem acredite que basta ir à uma praça de alimentação de um shopping e observar que as refeições não são mais compartilhadas com uma boa conversa, mas entre um e-mail, uma "curtida", ou uma "twittada". Esses defensores creem também, que a rede social contribuiu para várias manifestações mundiais, e que sem elas, ditadores não teriam deixado o poder.

Já uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, via telefone, com 2512 adultos, revelou, que as novas tecnologias não afastam as pessoas do contato social direto com os outros.

 A verdade é que o avanço tecnológico contribuiu e facilitou desde o cultivo da agricultura, até a forma como se aprende trigonometria. O que se faz necessário é uma lei ética e moral que possibilite ordem nas "cidades virtuais".

O vídeo abaixo faz uma sátira de como seria o Facebook na vida real 

Informação Digital

"Entende-se por informação digital tudo aquilo que é passível de ser armazenado ou transferido eletrônicamente. A rigor, seu objetivo deve estar centrado na aquisição e divulgação de conhecimento, proporcionando desenvolvimento intelectual ao ser humano, mas, com a proliferação exponencial dos instrumentos e veículos de informação digital, seu fulcro foi amplamente alargado."
Se antes a produção de conteúdo digital era realizada por instituições de comunicação, como jornais, revistas e periódicos, com versões em CD-ROM e páginas virtuais, hoje a web é entendida não apenas como um repositório para antigos formatos e sim como um novo formato com uma nova linguagem e inúmeras aplicações.
Dispositivos digitais, como câmeras, filmadoras e celulares, a cada dia estão mais acessíveis a um maior número de pessoas. Na Internet, sites, blogues e fotologs se multiplicam de forma avassaladora. E a previsão é que toda essa enorme massa de aparelhos e plataformas capazes de criar e transmitir informação vai crescer a um limite antes inimaginável.

Salétite prevê terremoto

O sistema aeroespacial internacional do monitoring global proposta pela Rússia poderá avisar os países e a comunidade internacional das situações pontencialmente perigosas. 11 países já estão interessados no projeto.
Todos os dados sobre as calamidades previstas ou ocorridas, por exemplo terremotos, incêndios florestais, tsunami, catástrofes industriais e mesmo a queda de astreróides, serão transmitidos através dos satélites, aviões especiais, sensores terrestres, meios de navegação e comunicação. Estes sinais de vários tipos terão que ser processados nos centros de crise nacionais, regionais e internacionais. Ao encontrar uma ameaça, vão enviar mensagens, inclusive ás instituições da ONU, que por seu turno, podem organizar corredores de trasnporte para evacuar a população e dirigir ajuda ás regiões necessárias.










Não lugar! É meio estranho no início receber um tema que parece ser tão abrangente e até mesmo meio sem lógica no começo. Mas enfim, tenho que tentar desvendar o que há por trás desse tema e lá vou eu...

"Augé (2005) define-os como sendo espaços de anonimato no quotidiano, espaços descaracterizados e impessoais, espaços a que não lhes são atribuídas quaisquer tipo de características pessoais."


Fonte: http://nao-lugares.livre-forum.com/t5-o-que-sao-nao-lugares




Sem sentimentos ou ressentimentos

Passamos todos os dias por lugares que não significam nada. Um semáforo, uma avenida, uma loja. Lugares que deveriam ser de passagem. Lugares que não criam identidade, que não se ligam. Intocável, mutável, senhas, ônibus, hotéis, aviões. "O não-lugar é o contrário da utopia: existe e não alberga sociedade orgânica alguma. E que de dia para dia, acolhe cada vez mais pessoas” pontua Marc Augé.

A expressão Não - lugar diferencia o espaço do lugar, onde o segundo traz a idéia de sociedade, de interação, do ambiente onde existe comunicação. O não lugar é o espaço que inibe relações e identidades específicas. As relações que acontecem nesses locais, são programadas antecipadamente, e evitam de alguma forma relações que saiam do planejado na transitoriedade para as quais os não-lugares se destinam. Indiferença, impessoalidade.

Assista a um vídeo experimental sobre o conceito, criado em 2004, na Universidade de São Paulo.

Leitura digital

Jéssica Pinheiro AB

Já pensou em ler uma história e ao mesmo tempo ouvir os sons que essa história transmite?
Uma nova tecnologia produzida pela Booktrack proporciona o leitor a acompanhar a trilha sonora do livro que está lendo, por exemplo, o som do protagonista correndo na praia os pássaros cantando no jardim, etc.

Uma demonstração pode ser vista no vídeo www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EJAOOPdw3h8.

O primeiro título a ser lançado será "The Power of Six", depois virá "Romeu e Julieta" e os "Três Mosqueteiros". Por enquanto os livros digitais só estão disponives na App Store. Edições compatíveis com o sistema Android irão sairão em breve.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/home.php

Qual o significado do termo "virtual"?


De modo simples, "virtual" pode ser definido como "algo que não é físico, apenas conceitual" ou "algo que não é concreto, pois virtual é tudo aquilo que não é palpável".

Com o advento das comunicações computadorizadas em rede, os termos "virtual" ou "virtualidade", se tornaram comuns. De forma popular, denomina-se "virtual" tudo aquilo que se relaciona com as comunicações via Internet. Em casos como "amigo virtual" ou "universidade virtual", adjetivos como "à distância" se encaixam melhor.

O autor francês Pierre Lévy, um dos mais conhecidos estudiosos do tema, define "virtual" como: "o virtual não se opõe ao real, mas sim ao atual. Contrariamente ao possível, estático e já constituído, o virtual é como o complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objeto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolução: a actualização." Lévy afirma ainda que "o virtual tende a atualizar-se, sem ter passado, no entanto, à concretização efetiva ou formal", ou seja, o "virtual" não existe na forma física.

Não existe, a rigor, diferença entre uma interação ao vivo e uma interação por computador, a não ser na forma de maior resolução e qualidade da mediação. Porém existe diferença no tratamento de problemas tipicamente humanos. Em uma rede social, por exemplo, é simples adicionar e excluir amigos. Já no, "ao vivo", é mais complexo realizar tal atividade.

Segue link do vídeo com a participação do autor francês Piérre Levy, no programa "Roda Viva" em 2001, onde ele fala sobre a comunidade virtual que é a Internet:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=bAVA2T6aYbA#t=39s

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Imagem Eletrônica

Antes das fotografias, podia-se ter como conceito de imagem os desenhos, esculturas
de antigamente.
Sua utilização era simples: o retrato ou representação de uma imagem real.

Fato curioso para publicitários é que sua utilização antigamente podiam ser de panfletos na época medievalpara informar consumidores a um produto ou serviço.

Com a entrada da fotografia em 1826, o foco da comunicação foi ampliado, não mais se restringindo a somenteuma representação de uma imagem real.
A arte e criatividade acaba podendo ser expressada; comunicada para as pessoas com esse interesse.

Diante a rápida evolução das tecnologia e comunicação, os recursos expandiram sua capacidade de acesso.
Hoje, a tecnologia nos proporciona essas mesmas técnicas analógicas, de um modo digital
As imagens agora puderam ser geradas através de dispositivos tecnologicos que processam essas informações em um meio virtual.

A televisão, o cinema, a internet e novas midias emergentes podem ser citadas como exemplos para a divulgação dessas imagens eletrônicas.

No vídeo abaixo, pode-se compreender melhor um exemplo de imagem eletrônica, usando tecnologia recente, sendo utilizada na comunicação através de propaganda.
© SITe
Maira Gall