terça-feira, 3 de maio de 2016

O Deus do não lugar



Entre o CC e o Bloco I há um grande "corredor", onde sempre há pessoas estudando nas famosas mesinhas da Unifor e aproveitando a sombra constante das árvores de lá. O corredor, que é o exemplo perfeito de um "não lugar", pois tem a finalidade de ser um local de circulação, logo virou um lugar muito especial para mim. 

Juntamente com um grupo de amigos, começamos a fazer pequenas reuniões, toda sexta feira, para cantar, tocar e compartilhar um pouco do amor de Deus, que está presente em todos os lugares (ou não lugares), seja ele na universidade, em templos ou prédios.

Deus, com sua onipresença, nos visitou todas as sextas naquele "não lugar", provando mais uma vez que Ele não se limita a espaço algum, porque como Ele mesmo fala, no capítulo 18 do evangelho de Mateus, "Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles". 



Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20

Minha infância, meu lugar

Lugar é um espaço no qual o indivíduo constrói um grau de afetividade de acordo com suas vivências. Além disso, é no lugar onde as relações sociais acontecem de forma positiva, e onde acabam formando os valores da sociedade.

O meu lugar em questão é a minha primeira escola, onde adquirir meus primeiros aprendizados, onde realizei as primeiras brincadeiras, onde cultivei as primeiras amizades, das quais as melhores perduram até então.

Texto: Lucas Goersch

O vai e vem da Washington

Novas pessoas, novas amizades e um mesmo NÃO-LUGAR.


O não lugar é um espaço de passagem, como uma avenida, por exemplo, que é incapaz de formar qualquer tipo de identidade e serve apenas como espaço de transição, onde não criamos qualquer tipo de relação com ele.

Porém, na minha vida acadêmica e na de muitos dessa disciplina, a Avenida Washington Soares se tornou um local de lembranças. Criamos um certo apreço por esse local, que no seu dia a dia é apenas de passagens para quem vai e quem vem. No meio do decorrer desse semestre, novas pessoas participam do trote acadêmico, onde há a passagem de um não lugar para um lugar, criando uma identidade e uma história para esse tão novo lugar. 

Texto: Pablo Mesquita e Ívina Brilhante 
  

O Encontro



Este é um não-lugar por ser um shopping. Lugar de passagem, que não representa o indivíduo. Por mais ou menos um ano se tornou um lugar para mim, onde eu me encontrava com um namorado, todos os dias que podia, no mesmo local, na mesma hora de sempre, e parecia que para outras pessoas se tornava o mesmo local. Para fazer a foto, percorri o mesmo caminho de sempre, parece que estava revivendo o momento. Por alguns segundos, se tornou um lugar novamente. Mas, parecia tudo estranho, pois não tinha a mesma visão. Como o shopping está passando por algumas reformas, estava mais obscuro, faltando alguns objetos. Não tinha a mesma configuração.

Texto: Camila Tainá

O meu "não-lugar"

         

O não-lugar é um conceito para nomear um espaço de passagem incapaz de dar forma a qualquer tipo de identidade; ou seja, qualquer espaço que sirva apenas como espaço de transição e com o qual não criemos qualquer tipo de relação é um não-lugar. São lugares descaracterizados e impessoais, mas isso também não é nenhuma regra. Existem momentos memoráveis que podem tornar um não-lugar um lugar cheio de histórias e significados. 

Para muitos, o Habib’s é um local de passagem, para poder comer. Para mim, no entanto, ele tem um significado diferente, principalmente o da Av. Abolição com Barão de Studart. Foi o local onde fui pedida em namoro. Na volta de uma festa (Terça Beach - que era realizada nas férias e acontecia todas as terças-feiras), passamos no Habib’s para comer com a turma e enquanto esperávamos a comida, fui pedida. Estou namorando com ele até hoje!

Texto: Laila Teixeira




A nação "Vermelho e Amarelo"


Um lugar para tomar café da manhã, para lanchar, almoçar e jantar. Às vezes, quando se está viajando por um local desconhecido, o McDonald's acaba sendo uma das melhores opções. Já sei como funciona o sistema de atendimento, os tipos de sanduíche e conheço muito bem, mesmo que de vista, aquele M amarelo, não importa se sou consumidora. 

McDonald's é um não-lugar. É um local de passagem, e que querendo ou não, te gera uma identificação quando se está em ambientes que estão fora da sua zona de conforto.

Estando em minha zona de conforto, já cheguei a fazer reunião em um Mc. Mas quando precisei estar fora do estado, sem dúvidas aconteceu uma das experiências, que quando comecei a estudar sobre não-lugar, veio imediatamente à cabeça. Viajava com alguns amigos para um evento profissional, e na ida, já tínhamos comido em um restaurante enquanto ainda estávamos no aeroporto. Tínhamos passado muitos dias no local, ambos não víamos a hora de estar em casa. Estava no aeroporto de Porto Alegre, finalmente indo para casaConvenhamos, não é lá esses anos-luz de distância (poderia ser pior, Japão, por exemplo), mas já era longe o suficiente para gerar uma certa aflição na hora da escolha do almoço.

Estávamos quase tirando no "ímpar ou par" quando olhamos pro lado e vimos um McDonald's, naquele momento, aos nossos olhos, ele brilhava que quase tanto quanto ouro. A sensação de já ter quase uma fala decorada na hora de pedir, é tranquilizante, não preciso ficar pensando muito e me preocupando com a quantidade de pessoas que têm atrás enquanto escolho. Não sei quanto aos outros, mas cada pedaço que eu dava tinha sabor de casa, mesmo minha e preparando "arroz e feijão" para o almoço. 

Texto: Ellen Mesquita

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Análise Ex-Machina

O filme Ex-Machina trata de uma relação de um jovem rapaz entre um android que possui inteligência artificial, a qual estar passando por um teste de Turing.          
O jovem programador (Caleb Smith) começa fazendo perguntas para android mas algo que se deve ser notado no filme é que o android começa a rebater tais perguntas, alegando por que só ele tem o poder de questionar e ela não, pois para ter uma amizade é necessário haver trocas de informações. Outro ponto a ser mencionado o qual ela comenta é que desde a sua criação sempre soube falar, porém não sabia a linguagem, porque a linguagem você adquire trocando informações.          

O Nathan o dono da empresa que fez o concurso onde Caleb foi escolhido para participar desse teste, começa a querer saber o que se passa entre os dois, e diz que o importante da pesquisa não é saber o que o jovem programador sente e sim o que a Ava vai sentir ou está sentindo.

Outro ponto a se observar no filme é que Ava começa a fazer com que tenha quedas de energia e entre essas pausas ela acaba falando segredos para Caleb Smith. Com o tempo começa a surgir um clima entre Ava e Caleb, marcando um futuro encontro quando saírem daquele local.        

O Nathan Bateman (patrão) vai falar que o android possui sensualidade e sexualidade baseada nas pesquisas que ele fazia na internet e assim podendo atrapalhar o teste com Ava, e comenta que todos nos somos programados seja por natureza ou educação.        
Caso a pesquisa falhe o sistema será desligado e assim vai ser criado um novo modelo mais aperfeiçoado. O android usou esse conhecimento que tinha sobre o jovem para manipulá-lo com seu autoconhecimento, sensualidade, empatia, inteligência artificial, assim Ava sabia tudo do que o jovem gostava.
Será que atualmente já não passamos mais ou menos por isso? Quando estamos nas redes sociais e aparece uma propaganda na qual estávamos pesquisando, ela está sendo manipulada ou é apenas mera coincidência? No mundo de tecnologias somos vigiados 24 horas, seja pelo celular, computador ou redes socias, nossas informações se espalham em questão de segundos.    

Para finalizar outro ponto que podemos observar é que no filme o Nathan Bateman (patrão) confessa que não está testando a Ava e sim o programador, se ele cai na sensualidade da mesma.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

O que é "nova sociabilidade"?

Atualmente mais e mais pessoas interagem através da internet, seja usando o Twitter, o Facebook, o MSN, ou algum outro programa similar. Esse tipo de interação é o que chamamos de “nova sociabilidade”. Segundo o Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa, sociabilidade é: “Prazer de levar vida em comum, inclinação a viver em companhia de outros; socialidade”.  A sociabilidade é a interação entre as pessoas no espaço físico e a nova sociabilidade é essa interação acontecendo no ciberespaço (espaço das comunicações por redes de computação).

Nesse ciberespaço as pessoas criam novas identidades, tornando-se anônimos ao interagir com outras pessoas, também anônimas, através das máquinas. O indivíduo experimenta essa sociabilidade solitariamente, pois não entra em contato com o outro no tempo-espaço real, mesmo assim, esses indivíduos, isolados em suas casas, podem participar de diversos grupos chamados de “tribos cibernéticas”, onde várias culturas são geradas podendo interferir no mundo real.
Fala-se muito que essa nova forma de se sociabilizar pode por fim a interação entre as pessoas no mundo real. Será que isso pode realmente chegar a acontecer? O que se sabe é que, para interagir com uma única pessoa nos meios virtuais, é necessário estar bastante atento ao que o outro lhe dirige, pois sem essa atenção as informações podem ser mal interpretadas e causar algum desconforto para uma das partes. Precisamos ser cuidados ao interagir no mundo virtual.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Nomadismo Tecnologico


O que é nomadismo? É um estilo de vida,é a falta de habitação fixa. As pessoas se mudavam constantemente a procura de melhores condições de vida. Hoje isso não é muito comum, porém, existem outras formas de nomadismo. A princípio esse termo parece não estar conectado a comunicação, mas nessa época de grande evolução tecnologica, mas está presente na vida de todos, levando em conta que todas as pessoas utilizam alguma hora, de alguma forma os novos meios de comunicação.

Wireless, smartphones, notebooks, são personagens principais do nomadismo que nossa sociedade vivência hoje: é o "nomadismo tecnologico". As pessoas, por causa da necessidade de informação, carregam consigo esses produtos e procuram locais que possam estar conectados. Essa é a principal característica desse nomadismo, a possibilidade da troca de informações independete do lugar que você esteja.

domingo, 9 de agosto de 2015

Imagens eletrônicas


A imagem eletrônica é um dos componentes da mídia eletrônica. Ela pode ser identificada como uma imagem (fotografia) em movimento, podendo ser encontrada na televisão e no cinema. É o grande diferencial da mídia eletrônica. É algo que outras mídias, como o jornal impresso e o rádio, não possuem. Popularmente, também é conhecida como vídeo.

Apesar de hoje ser encontrada no cinema, a imagem eletrônica não surgiu com ele, pois os primeiros filmes eram produzidos com fotografias convencionais. A imagem eletrônica ganhou fama, no Brasil e em outros países, principalmente em razão da televisão, que em pouco tempo se popularizou. A novidade da imagem na TV era a presença do áudio (já presente no cinema) e, anos depois, das cores.

Atualmente, as imagens eletrônicas também encontram-se na internet, principalmente em portais de notícias, blog e redes sociais. Ela funciona como um suplemento às informações de texto. Além disso, também pode servir para que os próprios internautas produzam seus vídeos e publiquem, o que não acontece na televisão.

O vídeo abaixo é um comercial de TV publicado na internet, é um exemplo de imagem eletrônica. Assista-o:

© SITe
Maira Gall