quinta-feira, 12 de maio de 2016

Jogos Pervasivos

(Fonte da imagem: http://elastica.abril.com.br/wp-content/uploads/2015/07/escape60-937x700.jpg)

O termo Jogos Pervasivos tem uma série de definições que se assemelham. Os três princípios básicos que alinham os estudos já realizados por alguns autores sobre esse conceito são: com esses jogos, o mundo é transformado em uma versão ampliada do espaço de jogos de tabuleiro; eles têm a capacidade de confundir os limites entre elementos que fazem parte da ficção do jogo e do mundo real; os jogos desse tipo criam uma fusão entre o real e o virtual.

O primeiro exemplo de Jogos Pervasivos foi apresentado em 2001 por Schneider e Kortuem: o jogo Pervasive Clue, que utiliza dispositivos de comunicação digital sem fio (PDAs) e frequências de rádio (RFID). Ele foi criado baseado em um jogo de tabuleiro chamado Clue, no Brasil conhecido como Detetive. O objetivo dos jogadores é descobrir o assassino, o local e a arma de uma personagem através de pistas localizadas a partir dos dispositivos móveis. Um exemplo atual é o jogo Escape 60', que é uma experiência indoor entre amigos.

Texto: Lara Morais

Leia mais: http://www.contemporanea.uerj.br/pdf/ed_19/contemporanea_n19_08_mont_alverne.pdf

Jornalismo Colaborativo ou Jornalismo 2.0: Conhecimento de domínio público


O Jornalismo Colaborativo, com sua explosão de produção, curtidas e compartilhamentos, surgiu lá fora, na década de 1990, chegando ao Brasil nos anos 2000, devido a propagação dos aparelhos digitais e da internet. De autoria colaborativa, alguns portais, como o "VC no G1", já adotaram a prática de plataformas digitais que aproximam o leitor do processo de produção jornalística.

Esse novo método, também conhecido como jornalismo cidadão ou participativo, tem interação direta com o leitor, trazendo um pensamento de "desapego" no qual o compartilhamento torna-se mais saudável do que o domínio. Hoje, o jornalismo tradicional se transformou, e visa inspirar em vez de ditar regras, tendo em vista que a produção de material requer busca de dados, evidências e complementos, diferente da produção de conteúdo que tem utilidade pública para uma sociedade.


Texto: Julia Giffoni





Teoria Ator-Rede





A teoria Ator-Rede analisa a comunicação entre atores humanos e não humanos e identifica as  mediações estabelecidas nessa associação. Atores humanos se comunicam com atores não-humanos (celulares, computadores) em seu cotidiano, moldando sua vida de acordo com a comunicação estabelecida entre eles. Essa teoria nos ajuda a entender a estrutura da sociedade atual. 

Um exemplo dessa teoria na realidade é o uso do Facebook, rede social que expõe nitidamente questões sociais, políticas e econômicas no Brasil e no mundo.

Texto: Bárbara Gordiano Vasconcelos

Publicidade Interativa Digital




A interatividade traz um poder bem particular dentro da publicidade digital, que não está atrelado exclusivamente aos celulares e à internet; ela está imersa nos meios digitais, em um método incrementado atualmente e que é considerado "condutor" eficaz para o consumo de massa.

Com o surgimento das telas touchscreen, a difusão das marcas é um grande ganho para as empresas, pois a publicidade interativa é algo prazeroso e que mexe com a cabeça, ou seja, provoca ao público uma certa curiosidade e, ao mesmo tempo, um desejo que normalmente surge ao interlocutor.  A publicidade interativa digital é um fator positivo dentro da comunicação, e pode ser designada como algo que fortemente abrirá caminho para as empresas atingirem suas "visões" dentro do mercado.

Texto: Henrique Vasconcelos


Exemplos:


O que é Internet das Coisas?


Internet das Coisas é uma ligação entre elementos do cotidiano com a internet, com o objetivo de facilitar o dia-a-dia, ou apenas permitir a possibilidade de fazer várias atividades ou mesmo tempo. A tecnologia vai evoluindo e cada vez mais surgem eletrodomésticos, casas, automóveis e até vestuários que estão conectados à rede.

Texto: Ellen Mesquita

Espaços de Passagem

 http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_10122478131225027.jpg

  Fonte da imagem: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20110318/vende-se-tudo- ate-gasolina/55880


Os espaços de passagem, principal característica dos "não-lugares", são espaços de trânsito que fazem o indivíduo se sentir por um instante livre dos pesos das relações, sendo esses de circulação, de movimento e de comunicações rápidas. Esses não-lugares se complementam ou tendem a se parecer, não permitindo o indivíduo ficar parado. As funções e os usos variam de acordo com os momentos: Os aeroportos se parecem com os supermercados; escutamos notícias enchendo o tanque do carro, nos postos de gasolina, que também, estão cada vez mais parecidos com super mercados; o cartão de crédito proporciona pontos, que podemos converter em passagem de avião, por exemplo.

Texto: Camila Tainá

O que são intervenções urbanas interativas?



As intervenções urbanas estão relacionadas com a arte em espaços públicos, geralmente feita por um grupo de artistas, e que dão um novo olhar à uma paisagem da cidade abandonada ou até mesmo esquecida pela população na correria do dia-a-dia. Inspiradoras, contestadoras ou engraçadas, essas intervenções podem ser tanto contemplativas, com a intenção de mudar o emocional de quem vê, como também podem ser interativas, quando podemos incluir o uso delas no nosso cotidiano. É a criatividade humana em forma de entretenimento nas ruas, dando mais alegria e enriquecendo nossos dias de detalhes.

Texto: Morgana Marjorie

Fonte; https://chicosantanna.wordpress.com/2011/07/11/os-artistas-de-brasilia-e-suas-intervencoes-urbanas/
Fonte: http://artintervencaourbana.blogspot.com.br/
Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/cidade/bairro-vicente-pinzon-recebe-projetos-sociais-1.1430443

Presença ON | Mídias Locativas Digitais


Fonte da imagem: http://www.kuviajes.com/

As mídias digitais estão presentes em aplicativos nos dispositivos móveis. Nessas mídias, encontramos informações mais detalhadas de determinados lugares ou objetos com o acesso à internet nos dispositivos móveis, como aparelhos smartphones e iPads, alterando a rotina das pessoas no seu dia a dia.

A Mídia locativa é definida como um conjunto de tecnologias comunicacionais que geram informações para a parcela da sociedade que tem acesso à internet, com participação interativa com a tecnologia.

Essa mídia tem transformado o jeito das pessoas presenciarem e vivenciarem o espaço ao seu redor.

Texto: Pablo Luiz


terça-feira, 3 de maio de 2016

O centro, meu "não-lugar"


Do Cemitério à Catedral, calor infernal, pessoas transitam o mais rápido que podem. No centro, tudo se compra, tudo se vende, tudo se encontra e durante um tempo foi onde eu me encontrei. Provavelmente pelo fato de que tinha um turno livre e nenhuma paciência pras exatas; tinha tempo bastante pra perambular pelo centro. Depois de um tempo, passei a conhecer praticamente todas as lojas de algumas ruas, e alguns vendedores já até me conheciam. Afinal, não é todo dia que você fica horas a fio falando sobre Chico Buarque e outros cantores da MPB com uma cliente aleatória e no final, ela nunca compra nada. O centro era o local de encontro com meus amigos, seja indo pro Rock Cordel, falando de instrumentos que nunca teríamos ou planejando tatuagens na galeria.

Hoje não passo mais tanto tempo no centro, mas ele não se tornou um "não lugar". Hoje, é o lugar onde encontro meus primos quando temos que organizar as festas da família e, mesmo sem isso, ele nunca poderia ser um não lugar. Cada rua, cada curva, cada esquina tem uma história.

Texto: Thays Sena

O Deus do não lugar



Entre o CC e o Bloco I há um grande "corredor", onde sempre há pessoas estudando nas famosas mesinhas da Unifor e aproveitando a sombra constante das árvores de lá. O corredor, que é o exemplo perfeito de um "não lugar", pois tem a finalidade de ser um local de circulação, logo virou um lugar muito especial para mim. 

Juntamente com um grupo de amigos, começamos a fazer pequenas reuniões, toda sexta feira, para cantar, tocar e compartilhar um pouco do amor de Deus, que está presente em todos os lugares (ou não lugares), seja ele na universidade, em templos ou prédios.

Deus, com sua onipresença, nos visitou todas as sextas naquele "não lugar", provando mais uma vez que Ele não se limita a espaço algum, porque como Ele mesmo fala, no capítulo 18 do evangelho de Mateus, "Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles". 



Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
Mateus 18:20
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