terça-feira, 19 de fevereiro de 2013


Você sabe como surgiu o Twitter?

Muitas pessoas são usuárias do Twitter, porém não conhecem a sua história.

Vamos descobrir ;) 

Para começar o Twitter  é  um sinônimo da frase "o que está fazendo agora?". Além de ser uma rede social no formato de Microblog pois tem uma estrutura de blog nas suas postagens(tweetts) podendo ser utilizado no máximo 140 caracteres, foi fundada em 2006 pela Obvious Corp na Califórnia e criada por Jack Dorsey.
Jack quando era jovem achava engraçado o jeito como os taxistas se comunicavam uns com os outros em locais diferentes, e a partir disso resolveu criar o "sistema" internamente em uma empresa onde trabalhava chamada Odeon Inc. Porém a empresa estava passando por um momento de crise a diretoria decidiu "reiventar a empresa" dividindo em equipes buscando por novas idéias e foi assim que Jack descreveu pela primeira vez um serviço que utilizava SMS (mensagens curtas por celular) para pequenos grupos, cujo objetivo era tornar esse serviço tão simples que você não pensasse no que está fazendo, bastava digitar algo e apertar o botão enviar.


O nome original da idéia era "Twttr" que foi inspirado pelo Flickr que também pode ser caracterizado como rede social que permite aos usuarios criarem albuns para armazenamento das fotos e manterem contato com os mais variados fotografos de todos os locais do mundo.
Após um processo de mudança, Odeon foi obrigada a reduzir seus custos e demitir muitas equipes que faziam parte do projeto, assim Twttr.com foi lançado ao público. No começo poucas pessoas entederam o funcionamento da futura rede social, então os programados tiveram que atrair as pessoas incentivando seus próprios amigos a usar a nova ferramenta. 


 


PARA QUE SERVE ISSO # ??

Atualmente o uso das hashtags que é o símbolo #, vem sido muito utilizado na maioria das redes sociais, como Facebook, Instragram entre outras.

Mas você sabe quando usa-lá? Sabe o que ela significa?
As hashtags são maneiras de catalogar e conectar tweets sobre um tema específico. É uma forma fácil de você encontrar mensagens relacionadas aos assuntos de seu interesse.

O uso de hashtags pode ser uma ótima maneira de aumentar seu alcance no Twitter e conectar audiência, associando seus tweets a assuntos representativos para seu grupo. É isso que as empresas estão adotando, por exemplo no twitter da Rede Globo são criadas as hashtags para se ter maior alcance do público, fazendo com que eles fiquem conectados na televisão e relatem a sua opinião sobre a "briga" da novela pelo twitter.

Se você ainda não sabe como utilizar a hashtags é bastante simples, basta usar o símbolo # antes de uma palavra, como #BBB13.

Curiosidade:
Uma das hashtags muito utilizadas pelos estudantes de jornalismo que trabalham na TV Unifor é #chateada, que já virou febre nas redes sociais e nas conversas entre os colegas.

Por: Sabrina Coriolano

Realidade: Uma das formas do saber.


(só pra distrair)

     Nunca tinha parado para fazer essa reflexão, de analisar os limites entre a realidade e o virtual, pois a minha vida está tão entrelaçada em meio a esses dois mundos (assim como a maioria dos jovens que tem acesso à essa tecnologia) que em certo momento a gente chega em um ponto que não distinguimos mais o que é da nossa vida virtual de redes sociais e o que acontece no nosso dia-a-dia, na nossa realidade.

Enfim, já que é pra fazer definições baseados em informações concretas de estudos sérios, vamos lá:

Em termos populares, a realidade significa o ajuste que fazemos entre a imagem e a ideia de uma coisa específica, entre verdade e o que parece ser real. Esse é um tema muito presente em muitos campos de estudo e principalmente nas ciências que têm o próprio homem como foco de estudo: a antropologia cultural e todas as que nela estão implicadas: a filosofia, a psicologia, a semiologia entre muitas outras, além das técnicas e das artes visuais.    
     Mas em uma definição mais sólida e exata, o real é tido como aquilo que existe tanto fora quanto dentro da mente. A ilusão e a imaginação, embora não estejam expressas na realidade tangível "extra-mentis" (meio externo da nossa mente), existe ontologicamente, ou seja: intra-mentis (dentro da nossa cabeça). E é portanto real, embora possa ser ou não ilusória. A ilusão quando existente, é real e verdadeira em si mesma, e ela não nega a sua natureza. 
     Quanto ao externo (fato de poder ser percebido só pela mente) se torna sinônimo de interpretação da realidade, de uma aproximação com a verdade. A relação íntima entre realidade e verdade, o modo em como a mente interpreta a realidade, é uma polêmica antiga. O problema, na cultura ocidental, surge com as teorias de Platão e Aristóteles sobre a natureza do real (o idealismo e o realismo). No cerne do problema está presente a questão da imagem (a representação sensível do objeto) e a da ideia (o sentido do objeto, a sua interpretação mental ).
Vemos na interpretação ou representação do real que a realidade está sujeita às escolhas. E isso quer dizer que determinamos parte do que consideramos ser um fato, ato ou uma possibilidade a partir dos sentidos e do conhecimento que adquirimos. Dessa forma, a construção das coisas e as nossas relações dependem de um  contexto meio bagunçado, de que ao longo da existência se cria o link entre a aprendizagem e o desejo: o que iremos aceitar como real? Assim, a realidade não é dada pronta para ser descoberta.

        No vídeo abaixo, Pierre Lèvy (filósofo francês apelidado como "profeta digital") em uma entrevista intitulada de As Formas do Saber, nessa parte da entrevista, ele faz uma metáfora bem legal sobre a Realidade em relação às tecnologias atuais e a nossa necessidade de estar sempre renovando nossas máquinas pessoais.






 FONTES
1. Wikepedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade 
2. Youtube - http://www.youtube.com/watch?v=9rxl75PcpaA 

Eu blogo, tu bloga, nós blogamos!

Oi gente,

O tema que a querida professora Alessandra pediu para eu definir foi "blog". Vou contar para vocês tudo que descobri sobre a blogosfera.
O termo weblog foi criado por Jorn Bargn em 17 de Dezembro de 1997. A abreviação blog foi criada por Peter Merholz. Pouco depois, Evan Williams usou blog tanto como substantivo quanto verbo (to blog ou blogar) aplicando a palavra blogger, da Pyra Labs, o que levou a popularização dos termos.
O primeiro blog do mundo é chamado scripting.com , depois dele, mais de 1 bilhão de blogs já surgiram no planeta, e a cada dia são criados cerca de 175 mil blogs no planeta. UOW.
O blog atual é uma evolução dos diários online, hoje existe blog pra tudo, moda, viagem, estética, fitness, tecnologia e todos os assuntos que a gente possa imaginar, é só dar uma leve pesquisada no google que encontramos o que queremos. Podemos classificar os blogs em três ramos: blogs pessoais, blogs corporativos e organizacionais e blogs de gênero.
O tema super se encaixou comigo, pois escrevo um blog e quem tiver interesse é só checar! www.laratravessoni.com.br Vem veer gentee!!

Fonte: http://www.atendanarocha.com/2009/10/o-primeiro-blog-do-mundo.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Blog


De onde veio a Derpina?

Os memes estão invadindo as redes sociais hoje, mas engana-se você que acha que esse termo é novidade ou uma nova modinha na net. “True Story Guy”, o termo meme vem de memória, se fosse para associar com algo, seria um gene para a genética. O termo tem haver com memória, e é um ponto, palavra ou (como está na onda agora) imagem que faz com que você recorde e processe uma informação já codificada no seu conhecimento. Teve um “Long Neck Reaction Guy”? Mas, pode ficar tranquilo, é só para contextualizar essas carinhas que invadem nosso facebook e blogs de humor, carinhas essas (memes) que ganham repercussão viral, todo mundo hoje sabe o que é um “Aww Yeah”, conhece a “Derpina”, se sente um 007 diante de um “Challenge Accepted” e tá sempre esperando para ser um “Troll Face” com algum amigo. Se você leu esse texto, e tá agora “Inglip (Mas o que?)”, você tem duas três opções: 1. Da uma olhada nesse blog e traduzir o que eu falei, e concordar com um simples, “True Story Guy” 2. Simplesmente olha e “No Me Gusta” 3. Ou continuar sem olhar o link, desconsiderar o post e ser um “Forever Alone” em não saber o que são memes.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

QR Code: que bicho é esse?


     Todo mundo já viu, mas quase ninguém sabe o que é. O QR Code, ou Código QR, vem da sigla Quick Response, ou seja, resposta rápida, daí já dá pra entender pra onde que vai. Basicamente, ele é um código de barras bidimensional que é decodificado por uma câmera de celular. A foto se transforma em um texto, endereço, foto ou alguma outra coisa na internet, assim, instantaneamente. A criação veio, claro, dos japoneses, mais precisamente de uma empresa chamada Denso-Wave (em 1994, e a gente só foi pegar o gosto alguns anos atrás).


     Hoje em dia dá pra ver um QR Code em toda capa de revista e outdoor, desfiles de moda e clipes de bandas como no da famosa música "Integral" dos Pet Shop Boys. Mas, o local em que ele é onipresente é, sem dúvidas, as propagandas. Assim fica mais fácil para as empresas se comunicarem com o seu público, já que é impossível descrever o seu produto em apenas um anúncio. As pessoas agora podem bater a foto do QR Code e entender mais sobre aquele lançamento, promoção, etc.



     Apesar de ser conhecido como uma ferramenta de marketing, o QR Code também é utilizado de formas criativas para ajudar uma boa causa. A Bandera Blanca Missing Children, uma associação argentina de divulgação e busca de crianças, criou uma campanha com a Almacén de Buenos Aires chamada Qriosity Codes. Vários QR Codes foram espalhados pela cidade em bancos e brinquedos de parques para atingir o seu público-alvo: os pais. Mais de 5 mil pessoas fotografaram os códigos, encontrando dados sobre crianças desaparecidas.  


     Quem quiser pode baixar um aplicativo compatível com seu celular, como os disponíveis neste endereço, para poder acessar os QR Codes. Aqueles que querem ir mais além e criar o seu próprio código podem procurar programas para instalar no computador ou buscar um site que ofereça o serviço gratuitamente.

Mídia Locativa

Mobilidade informacional, aliada a mobilidade física.

Por Jordana Castro



Vivemos na era da  informação,onde todos estão conectados a toda hora e em todo canto.Nunca o acesso a internet e a informação foi tao fácil e rápido e com a chegada da internet móvel essa conectividade mostrou que veio pra ficar.

Redes Wi-fi  e 3gs estão espalhadas por todos os cantos, o que permite que tudo o que se passa pelo mundo seja visto, registrado e informado em tempo real.
As pessoas obtém cada vez mais controle sobre o espaço e é nesse caminho que a mídia locativa segue.

Pode-se definir Mídias locativas  como tecnologias e serviços baseados em localização cujo conteúdo informacional vincula-se a um lugar específico.Trata-se de processos de emissão e recepção de informação a partir de um determinado local. 


As tecnologias baseadas em localização podem ser divididas em dispositivos (celulares, palms, netbooks, GPS, QR Codes), sensores e redes (celular, Wi-Fi, Wi-Max, bluetooth, GPS). Os serviços podem ser classificados em mapeamento, localização, redes sociais móveis, informação jornalística, games, turismo, realidade aumentada, Anotações Urbanas, publicidade, etc.




Mapeamento e Monitramento de Movimento 

Há funções locativas de mapping e de tracing. Através de informações emitidas por dispositivos móveis podemos mapear densidades em locais e traçar os caminhos que as pessoas façam nesses locais. 

Geotags / Redes Sociais
O objetivo é agregar informação digital em mapas, podendo ser acessada por dispositivos móveis. 



Anotações Urbanas

Possibilitam a apropriação do espaço urbano a partir da escrita eletrônica. Já que se pode produzir 
mensagens, agregar informações a outras já existentes ou lê as mensagens deixadas eletronicamente em 
locais.
Um exemplo claro da mídia locativa nas redes sociais são os "check -in" , onde pessoas marcam os locais por onde passam, atitude cada vez mais comum entre os adeptos desse tipo de rede social.

informação jornalística
A mídia locativa também é utilizada para o mapeamento de noticias, em emissoras e jornais.


Vamos esclarecer do que estamos falando:

Estamos falando de um mídia pautada na localização, onde tudo e todos estão ligados ao espaço. É  cada vez mais comum a busca de informações, localizações e o compartilhamento das mesmas. E é ai que as tecnologias moveis entram facilitando a vida das pessoas através de suas informações tecnológicas.



A mídia locativa e a Publicidade: 

Várias empresas, artistas e ativistas, já vêm utilizando as possibilidades das mídias locativas como forma de marketing, publicidade e controle de produto, criando novas possibilidades de escrita e releitura do espaço urbano.

Os aparelhos celulares são meios indispensáveis quando se trata desse tipo de mídia e a publicidade percebeu isso. Assim passou a investir de forma bastante atuante nesse tipo de mídia utilizando essas tecnologias a seu favor, para o compartilhamento de informações e divulgação.
               






Internet das coisas

Internet das coisas, hum... Certo. logo que você leu esse tema, você pensou o que? NADA? Tudo bem, nem eu. Mas agora já dei uma pesquisada e posso clarear mais a mente de vocês em relação a isso. 
Pois bem, internet das coisas é justamente o que o nome diz, a internet nas coisas. São aqueles objetos conectados à rede ou ligados entre si. Hoje, a variedade de produtos que podem se conectar é imensa. Vai de eletrodomésticos e carros, a relógios e sensores de monitoramento da saúde.
Tudo o que pode ser identificado exclusivamente por um RFID (identificação por radiofrequência) ou tag NFC é rastreado.Já imaginou você no supermercado e conseguir saber o que tem dentro da geladeira da sua casa?
Tá tudo girando em torno da internet e da informação, até as coisas mais inusitadas. Daqui a pouco vão inventar um aplicativo que será possível dar um clique e pronto, tudo aquilo que queremos aparecerá em nossa volta. Já pensou? Viajei demais, né? Certo, parei.  Mas então, deu pra entender mais ou menos do que se trata?

Mídia Kit

Por Débora Queirós
Você já ouviu o termo Midia Kit, Kit Midia ou Média Kit? Não? Hoje vamos falar um pouco mais sobre esse termo que é tão usado entre blogueiros e empresas em geral. Em resumo é o balanço geral de suas atividades. Levantamento de dados sobre todos os gostos e público que sua empresa aborda.

Pra ficar mais fácil, vamos pegar algo como exemplo, um blog de moda. Hoje em dia, muitas pessoas estão ganhando fama, sucesso e dinheiro abordando assuntos que nós mulheres e alguns homens, adoram. Com o passar do tempo, o blog ganhando credibilidade e adquirindo leitores fiéis, consequentemente empresas como "loja de roupas, acessórios, maquiagem, perfume e afins" procuram essas blogueiras e propõem o que chamamos de PARCERIA.

Para isso, a loja em questão pede um MIDIA KIT, onde o blog faz um levantamento de quem são seus leitores, quantas vezes frequentam o blog, a idade, renda, confiança nas postagens e o que mais desejar para enriquecer seu "currículo", porque é exatamente disso que esse KIT é feito.
Exemplo do blog "http://becabrait.com.br"

Com esses números, fica muito mais fácil a interação do blogueiro e da empresa em questão. Mas, como fazer? Quais programas usar? Um formulário bem prático e super fácil de usar, é o GOOGLE DOCS. Você entra na sua conta do google e lá na barra do google.com. Vou fazer um passo a passo de links: 
google.com > mais/more > ver mais/even more > docs/drive > criar/create > form

Pronto, agora é só fazer todas as perguntas, colocar as opções e na hora de salvar você copia a URL ou a EMBED e copia no local X. Todas as respostas podem ser vistas no mesmo passo a passo que falei acima. Fica um link com o nome do formulário e você vê todas as respostas com gráficos certinhos, além de ser organizado o visual é super atraente.

Depois de todos os dados levantados você é que decide se o arquivo vai ficar em pdf, em um página no blog ou simplesmente em um documento do word. O indicado é uma página especial com ANUNCIE, facilita para as empresas e não sofre a decepção do anunciante não aceitar a parceria, já que ele já vai saber direitinho do que seu blog/empresa trata. Tudo esclarecido?

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O “SOPA” que esquentou os Estados Unidos


Não se trata de um post sobre culinária, de alguma dica para se proteger do frio ou de um erro de português. O fato é que o projeto de lei SOPA (Stop Online Piracy Act), apresentado em outubro de 2011 pelo congressista americano Lamar Smith e criado para tornar mais rígidas as leis contra a pirataria na internet, gerou diversas manifestações de protesto nos Estados Unidos, em janeiro de 2012, encabeçadas por alguns sites de busca, pesquisa e armazenamento de conteúdo na web.


Mas por que tanta confusão se a pirataria por si só é uma prática ilegal? Se você é daqueles que compartilha vídeos, músicas, livros, seja lá o que for – tendo este material seus direitos autorais reservados –, ou faz download desses materiais, com certeza cairia na malha fina do SOPA e poderia até ser preso por isso, assim como os responsáveis pelos sites que facilitam essas práticas. Além disso, com o projeto de lei, o governo teria mais controle sobre todo o conteúdo postado na internet, e isso poderia gerar futuramente uma espécie de censura virtual – esse é o argumento mais forte utilizado por aqueles que são contra o SOPA. Do outro lado da "rede" (aqueles que apoiam o projeto de lei), estão as produtoras de conteúdo de entretenimento – gravadoras, estúdios, editoras –, obviamente lesadas pela prática da pirataria.

Após diversos movimentos organizados via internet, o SOPA teve sua data de votação na câmara norte-americana adiada por tempo indeterminado. Porém, eis a questão de qual lado se deve ficar: daqueles que compartilham e baixam arquivos sem se preocuparem com os que detêm seus direitos autorais ou daqueles que irão controlar todo o conteúdo que deverá (ou não) ser postado na internet?

O que são Stalkers?

    No post de hoje, você vai conhecer a definição de stalking e saber todos os perigos deste tipo de assédio. A palavra stalking vem do verbo em Inglês, stalk, que significa: 1) perseguir ou abordar, furtivamente e em silêncio. 2) prosseguir com insistência e muitas vezes atacar a pessoa com quem se está obcecado.

  O conceito de stalking não é de hoje, aliás, comportamentos desse tipo foram documentados por séculos, mas a prática foi definida como crime grave a partir da década de 90, em grande parte como consequência da relação entre celebridades muito famosas e seus fãs. O Stalker, ou perseguidor, direciona uma vigilância exagerada a outra pessoa, muitas vezes forçando contatos indesejados. Nem sempre há um motivo claro além da obsessão e as atitudes podem variar, muitas vezes com o intuito de amedrontar sua vítima ou simplesmente permanecer à espreita, apenas observando. Em outros casos envolvem atitudes mais diretas e amedrontadoras, como entregar objetos indesejados, ameaçar e ter atitudes fisicamente violentas.



   Se você já se sentiu observado, vigiado e até mesmo seguido pela internet, principalmente dentro de redes sociais, saiba que você não é o único e que isso pode se tornar um problema grave. Tome cuidado com o que publica, um stalker usará tudo o que pode contra você. Lembre-se de que a internet possui dois lados: o lado rápido, prático e ótimo para a comunicação, mas há também o lado perigoso da maldade de muitas pessoas. A verdade é que os Stalkers estão sempre à frente, buscando maneiras de quebrar a privacidade de suas vítimas e devemos estar sempre atentos.


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