quarta-feira, 7 de março de 2012

Rede Telemática

             Em meados dos séculos XIX e XX as TV's e rádios vão perdendo espaços, pois há uma transformação da esfera pública, as pessoas querem se sociabilizar, se conectar, querem ficar inclusas nesse mundo digital. Com a chegada da internet na década de 60 com a Arpanet há uma nova criação da esfera pública midiatizada.          
                    A rede telemática é um conjunto de tecnologias que possibilitam a comunicação à distância de um conjunto de serviços.  A transmissão de dados possibilitados por uma rede de telecomunicações (telefonia, satélite, cabo, fribras ópticas etc.) e da informática (computadores, periféricos, softweres e sistemas de redes), estes fazendo com que os usuários se conectem em qualquer espaço de lugar do planeta, permitindo o armazenamento de grandes quantidades de dados e aplicativos (som, imagem, texto, e-mail, navegação web, transferência de arquivos, acesso remoto, protocolos) num tempo mínimo já que a velocidade é um atributo importante pois o que vale é a aceleração do tempo.
               A transmissão em tempo real nos anos 70, uma relação entre arte e telecomunicações, com artistas que desenvolviam seus projetos numa área global, utilizados por satélites, SlowScan (televisão de varredura lenta), redes de computadores pessoais, telefones, fax e outros meios de reprodução de telecomunicação e eletrônica. Eram redes somente estruturadas especialmente para aquele evento, logo após o evento a rede criada tão logo deixa de existir. 
                 Ela nada mais é do que uma infra-estrutura da cidade-ciborgue, pois tem um grande impacto social e cultural, onde são tecnologias (roteadores, wi-fi, hubs, servidores, bluetooth, switch que permitem a inclusão digital)

               Era digital é caracterizada pela tecnologia, pode gerar Exclusão e Inclusão Digital e Social. Exlusão pode ser social que atinge:
  • crianças, jovens e adultos pertencentes as classe socias menos favorecidas 
Pode ser digital, que atinge:
  • crianças, jovens e adultos 
  • desinteresse
  • dificuldade de acesso
  • necessidades especiais (físicas e mentais)
 Inclusão Social e Digital deve atingir:
  • crianças, jovens e adultos pertencentes a todas as classes sociais
  • proporciona informação, emprego, boa qualidade de vida


                                               O mundo é uma aldeia global digitalmente.






CIBERESPAÇO

CIBERESPAÇO







Você aí costuma navegar na internet, participar de redes sociais, utilizar telefone celular....??? É, Ciberespaço sem dúvidas é um assunto de seu interesse, e facinho de se entender.... Vamos lá!!

Siberespaço é a denominação dum espaço que existe no mundo de comunicação em que não é necessária a presença física do homem para constituir a comunicação como fonte de relacionamento, dando ênfase ao ato da imaginação, necessária para a criação de uma imagem anônima, que terá comunhão com os demais. É o espaço virtual para a comunicação disposto pelo meio de tecnología.
Apesar da internet ser o principal ambiente do ciberespaço, devido a sua popularização e sua natureza de hipertexto, o ciberespaço também pode ocorrer na relação do homem com outras tecnologias: celular, pagers, comunicação entre rádio-amadores e por serviços do tipo “tele-amigos”, por exemplo. 


        

Hoje em dia conhecemos um novo espaço de leitura e escrita. As letras – concretas e palpáveis – transformaram-se em bytes digitais; a página em branco é o campo do monitor; a caneta é o teclado. Há, agora, uma estranha separação entre o nosso corpo (real) e o texto (virtual). Até que seja impresso (atualizado), o texto pode ficar indefinidamente nessa virtualidade. É um novo modo de lidar com a escrita, característico de um momento que alguns denominam pós-moderno e outros cibercultura.

Marshall McLuhan, escritor canadense, um dos precursores da teoria da comunicação, formulou, há mais de trinta anos, o conceito de aldeia global. Ao perceber a agilidade e rapidez com que os meios de comunicação desenvolviam novas tecnologias McLuhan previu um novo conceito de sociedade: completamente interconectada e tomada pelas mídias eletrônicas. Essas novas mídias ao aproximar as pessoas de toda parte permitiriam a elas conhecer-se e comunicar-se, como em uma aldeia.

O surgimento da Internet como uma rede mundial de computadores, veio confirmar essas expectativas ao criar um novo espaço para a expressão, conhecimento e comunicação humana. Porém trata-se de um espaço que não existe fisicamente, mas virtualmente: ociberespaço. Termo que foi idealizado por William Gibson, em 1984, no livro Neuromancer, referindo-se a um espaço virtual composto por cada computador e usuário conectados em uma rede mundial.


É inegável que a revolução cibernética-tecnológica afeta os mais variados aspectos da vida cotidiana, com a inserção de contextos virtuais, como círculos eletrônicos de amizade, por meio de comunidades virtuais, e da possibilidade de “navegar” pelo mundo, tornando o presente cada vez mais próximo da idéia de aldeia global. Porém foi na última metade do século XX, com o surgimento da rede digital e do ciberespaço, que foi explicitada a possibilidade de virtualização e o virtual passou a ser um traço inquestionável nas práticas sociais.

Pode-se afirmar que o ciberespaço diz respeito a uma forma de virtualização informacional em rede. Por meio da tecnologia, os homens, mediados pelos computadores, passam a criar conexões e relacionamentos capazes de fundar um espaço de sociabilidade virtual.
O espaço cibernético intensificou transformações sociais nos mais diversos campos da atividade humana, é o que Manuel Castells chama de sociedade em rede. No campo da produção de mercadorias surgiram as empresas virtuais que têm a internet como base de atuação, mas também ocorreram importantes alterações sócio-culturais e políticas que atingiram as principais mídias em decorrência do aceleramento dos meios de comunicação e de informação. Com o ciberespaço constituiu-se um novo espaço de sociabilidade que é não-presencial e que possui impactos importantes na produção de valor, nos conceitos éticos e morais e nas relações humanas.

O Ciberespaço a cada dia torna-se um elemento cada vez mais presente e necessário no cotidiano dos habitantes urbanos e toda a sua desmaterialização e virtualização presentes no fluxo de informações são refletidas pela arte eletrônica que procura a interatividade e hibridação cada vez maior de linguagens e conceitos.


A Cidade Ideal.

Olá galera! Vocês imaginam uma cidade ideal? Como seria? As atuais cidades sofrem transformações diárias nos seus centros urbanos, as novas tecnologias tomam conta do nosso dia-a-dia, esses espaços passam a ser chamados de Cidade - Ciborgue a cidade da cibercultura, cidade mundial caracterizada pelas redes telemáticas como internet fixa, wireless, celular, satélites... Se pararmos pra pensar essas novas formas de se comunicar estão cada vez mais presentes na nossa vida. Você que está lendo esse post sem dúvidas deve ter conta em uma rede social seja ela FaceBook, Twitter, Orkut, Msn que permite uma comunicação simultânea com inúmeras pessoas que estão até fora do país e ainda lhe permite até compartilhar imagem.
A cidade ideal sendo ela democrática, livre, autônoma é idealizada pelos homens desde a República de Platão uma espécie de mundo controlado e robotizado pelas tecnologias. Essa cidade é permedada por espaços de fluxos de informações digitais e suas tecnologias ligadas por redes telemáticas. 

"... a cidade é um organismo vivo permeado por redes que alimentam e a mantêm em funcionamento."
                                                                                                                                       Saint Simon

Nessa cidade ideal o espaço cibernético e o tempo real juntam-se ao espaço físico e ao tempo cronológico, uma inter-relação entre espaços eletrônicos e físicos. Você já parou pra pensar que trabalhar em casa através dessas redes interligadas diminuiria problemas enfrentados pelas grandes cidades do mundo? Pois é, na Cidade-Ciborgue pretende-se vivenciar o espaço urbano sem exterminá-lo, uma espécie de "desmaterialização" da sociedade. Na nova cidade informacional as fronteiras do dia-a-dia estão desaparecendo, as telecomunicações vão substituir o espaço e os grandes centros estão sendo redesenhados nos espçaos físicos e eletrônicos.


terça-feira, 6 de março de 2012

Keep Calm And Tumblr On


Tumblr é uma plataforma de microblogue e uma mídia social que permite que os seus usuários dividam TUDO. E quando eu me refiro a tudo, eu quero dizer TUDO mesmo: textos, fotos, citações famosas (quotes), links, músicas e vídeos. Com a dashboard do Tumblr, os usuários podem ver, ouvir, ler e clicar tudo que outros usuários postem em seus tumblrs, e esse sistema de compartilhamento termina por aproximar usuários com interesses similares.


No Tumblr se dividem experiências e gostos, e assim minicomunidades são formadas dentro dessa plataforma, grupos de pessoas que nunca se viram, e que provavelmate nunca irão se ver, que se comunicam atráves do amor por algo em comum. Existem aqueles que usam o Tumblr mais como um diário pessoal, postando fotos do seu dia-a-dia e textos pseudo-existenciais sobre seus problemas adolescentes; outros usam o Tumblr para discutir e compartilhar seu interesse por filmes, séries de tv, músicas e celebridades; há também os tumblrs mais hipsters, que são um conjunto de fotos de paisagens, pessoas e objetos com várias quotes vindas de poemas, livros e músicas; e é lógico que há tumblrs que são uma mistura de tudo isso ou outros que não obedecem a nenhum desses exemplos. O Tumblr é um reflexo do seu dono e dado o infinidade de diferenças entre as pessoas é impossível dividir ou caracterizar todos os tipos de tumblr existentes na web. Abaixo um detalhado mapa (não-)oficial de como se dividem os fandoms. 



Em resumo, o Tumblr é usado, em sua maioria, por adolescentes e estudantes de até 25 anos, que usam muito photoshop, gostam de música indie e não vivem sem internet. Abaixo, vídeo com as regras (não-)oficias do Tumblr. (P.S.: Sim, como deu pra perceber eu tenho um Tumblr, e não vivo sem ele.) Em fevereiro de 2012, o Tumblr já resgistrava 46.2 milhões de blogs e 18 bilhões de posts. 


Redes Sociais significa o que pra você?



O que mais você anda fazendo nas suas horas vagas?  Fica o dia todo na rede? Se balançando? Ou conectado à internet?
Para alguns redes sociais podem ser apenas redes, que quando se colocam muitas pessoas dentro, tornam-se uma rede social como é o exemplo da charge. Na verdade, falar de rede social nos dias de hoje, para a grande maioria da população vai muito além desse pensamento.
            O conceito do termo “Rede Social” surgiu ainda no inicio da civilização onde o homem se reunia em volta de uma fogueira para conversar e compartilhar seus gosto e interesses. Partindo desse principio, podemos observar que nesse tempo já existia uma necessidade de fazer uma troca de comunicação e conhecimento, e que não é tão diferente nos dias de hoje. As redes sociais surgiram exatamente dessa necessidade de fazer essa troca de conhecimento, e fazer laços sociais com pessoas que tenham os mesmos interesses desse determinado grupo.
            Com o passar dos anos, surgiu então à internet. Na década de 90, a web foi idealizada por Tim Berners- Lee, que tinha como idéia inicial fazer o compartilhamento de arquivos apenas para amigos. Com acesso a internet, surgiu então à primeira forma de comunicação na web que é o nosso tão conhecido Email, que utilizamos até hoje. Com o passar do tempo, foram surgindo cada vez mais outras necessidades na qual mais pessoas precisavam ter acesso e cada vez mais as pessoas começaram a ter acesso à internet, e tudo começou a se espalhar de forma rápida.
            Começaram então a surgir às primeiras redes sociais, porém na época ainda um pouco limitada, mas que a cada ano ia se expandindo e chagando nesse grande fenômeno que é hoje. É muito difícil hoje em dia, uma pessoa que não tenha ou que não participe de algum tipo de rede social. Elas se tornaram uma grande ferramenta de comunicação, que permitem as pessoas trocarem conhecimentos através desses grupos na internet.
             Mas vale também lembrar, que ainda existem pessoas que criticam esse meio de comunicação, por achar que isso é uma forma de expor demais a vida das pessoas. Porém, sabemos que isso varia de pessoa pra pessoa, e que cada um posta o que quer na sua página da internet. Esse meio tornou-se também bastante eficiente entre os famosos, tanto que hoje em dias, muitos deles já criaram suas próprias redes sociais na intenção de deixar seus fãs atentos de tudo sobre sua carreira ou até mesmo sobre suas vidas pessoais.  

Fonte:

 http://www.natanaeloliveira.com.br/a-historia-das-redes-sociais/

 http://h30458.www3.hp.com/br/ptb/smb/941786.html




Ciberespaço: o que é?


Ciberespaço (Cyberspace no original, em inglês) é um termo que foi cunhado na década de 80 por William Gibson, o escritor norte-americano considerado o pai da literatura cyberpunk, no seu livro Burning Chrome e popularizado no seu sucesso comercial: Neuromancer. A concepção atual do termo não é apocalíptica como a de Gibson, mas, de qualquer forma, o autor é consagrado por ter antecipado, ainda em 1982, uma característica tão marcante e tema de tantos debates da sociedade moderna. Em poucas palavras e de maneira demasiadamente objetiva, o Ciberespaço é o ambiente não físico, intangível, formado pelo fluxo de informações criado pela conexão dos meios de telecomunicação, através dos quais o homem pode adentrar e participar de maneira não física.

 
Apesar da curta definição, o conceito de Ciberespaço é muito mais complexo do que parece, pois é necessário levar em consideração questões profundas quando se pensa no homem como habitante desse espaço virtual (trazendo a tona o conceito de Cibercultura).  Portanto, é importante refletir sobre as diversas características sociológicas e filosóficas desse ambiente (a virtualidad;, a ausência de fronteiras; liberdade e controle; a reorganização de poder; a sua organização à semelhança de um espaço físico “real”; a sua qualidade de hipertexto; a relativização das distâncias e do tempo; e tantas outras); como o homem se relaciona com esse lugar não físico, virtual, mas dotado de organização social própria em alguns casos (até mesmo de hierarquia, leis e moeda própria nos casos de jogos online); e, mais importante, quais as consequências sociais, políticas e econômicas desse fenômeno para a sociedade, quanto da interação do homem com o Ciberespaço traz consequências negativas e valida a visão apocalíptica de William Gibson e quanto dessa relação é positiva, segundo Castells (2005): a gênese de um novo mundo.




















Para deixar claro um ponto em que muitos se confundem ao tratar das definições de Ciberespaço, Internet e redes, é conveniente citar um trecho de um artigo de mestrandos em Educação Tecnológica pelo CEFET-MG: 

Segundo Jungblut (2004), é preciso, em primeiro lugar, distinguir o ciberespaço de redes telemáticas, pois há uma confusão conceitual posta em curso. A telemática traduz a CMC (Comunicação Mediada por Computadores), ou seja, a comunicação à distância via informática. Já o ciberespaço é um ambiente virtual que se utiliza destes aparatos de comunicação para o estabelecimento de relações virtuais. Obviamente que, do ponto de vista técnico, o ciberespaço demanda hardwares em interconexão no formato de rede, além dos programas-softwares, que fazem possível a fluidez informacional, explicita o autor. Apesar da NET ser o principal ambiente do ciberespaço, devido a sua popularização e sua natureza de gigantesco hipertexto, o ciberespaço também pode ocorrer na relação do homem com outras tecnologias, como celular, pagers, comunicação entre rádio-amadores e por serviços do tipo “tele-amigos”, por exemplo. (JUNGBLUT, 2004; GUIMARÃES JR., 1999).


Por mais trivial e cotidiano que nos pareça trocar e-mails, atualizar um blog, twittar, compartilhar informações no facebook, enviar um SMS, realizar chamadas telefônicas, comprar um produto online, aventurar-se em um jogo com um grupo de amigos, ou assistir a um seriado na televisão ou no Youtube, é necessário e fascinante parar para pensar onde e como ocorrem as partes intangíveis dessas interações, além das telas dos computadores, e quão sólidas e perceptíveis são as consequências dessas interações e da comunicação com o nosso mundo físico “de verdade”.


Abaixo, dois vídeos com trechos de um debate intitulado "Educar na Cultura Digital" ocorrido na Bienal de São Paulo, em 2010:


O Ciberespaço como espaço público:
















O que é Cibercultura:

















E para os que se interessarem pela leitura "paradidática", aqui segue o link para o livro Neuromancer, de William Gibson, no Scribd (é possível baixar o livro, mas talvez seja necessário fazer um cadastro no site):



Fontes/textos que valem a pena conferir:


segunda-feira, 5 de março de 2012

Celular nosso de cada dia!

Você já pensou em passar uma semana sem o seu celular ou Smartphone?


Pois é, para os dias de hoje isso é quase impossível. É difícil imaginar que há poucos anos nada disso existia.

Vários fabricantes fizeram testes e mais testes atrás da descoberta de um celular que realmente funcionasse, mas apenas em 1973, em Nova York, a Motorola criou o “Motorola Dynatac", pesava 1 kg e media 25 cm de comprimento e 7 cm de largura, foi nesse celular que Martin Cooper, diretor do sistema de operações da empresa Motorola, fez a primeira ligação registrada de um telefone móvel. Essa era então a 1ª geração dos celulares. (Na foto ao lado lado Martin Cooper).
Apesar de terem descoberto o celular em 1973, somente em 1979 no Japão e na Suécia, o celular entrou em operação, nos EUA, em 1983. Como no Brasil toda tecnologia tardava a chegar, os brasileiros só tiveram esse privilégio, de ter os celulares em suas mãos, em 1990, no Rio de Janeiro e pouco depois em São Paulo.

A partir da década de 90 apareceu então a 2º geração do celular, onde os celulares ficaram mais leves, com um tamanho aceitável. Essa geração foi marcada pela chegada de vários itens no celular, como as mensagens de texto, dos toque monofônicos e polifônicos (os inesquecíveis hinos de futebol), a chegada de três tecnologias: o TDMA, CDMA e GSM,

a chegada das cores, das mensagens multimídia e finalmente do mais esperado: da internet. Todas essas funções compõem o celular 2G.
Daí em diante foi uma explosão de novas tecnologias, a 3ª geração entrou de cabeça nisso tudo, os fabricantes vêm introduzindo tecnologia de ponta nos últimos aparelhos, implantou nos celulares câmeras com uma razoável qualidade, mp3, bluetooth, touch screen, memória interna com muito espaço, internet com velocidade, entre outros. Nessa geração teve o grande marco da chegada dos smartphones (a febre de hoje em dia), rede 3G, wi-fi, funções aprimoradas e diversos aplicativos. O smartphone que mais se destacou foi o Iphone que chegou trazendo inovações e dominando uma grande fatia do mercado.
Hoje os dispositivos móveis mais usados são os celulares, smartphones, tablets, Ipads, gps,notebooks, entre outros.

Ao longo da história humana, nenhuma outra invenção se expandiu e alcançou tantos seres humanos em tão pouco tempo como o celular. Não há um público específico interessado por essa tecnologia, todas as pessoas estão envolvidas, o celular não é mais um luxo e sim uma necessidade. Claro que as novas tecnologias, como tablets e smartphone, primeiramente passam pelas mãos de pessoas mais ricas, mas é questão de tempo para se popularizar.

Os dispositivos móveis propõem a comunicação e interação entre os sujeitos, à obtenção de informações em qualquer lugar e a qualquer hora, mas não podemos ignorar o significado simbólico que esses dispositivos propõem ao seu usuário. Para muitas pessoas a posse de dispositivos móveis não são apenas para a usabilidade do produto e sim por status, interação social e autorealização, a prova disso é que muitas vezes o usuário não possui o conhecimento sobre todas as funções que seu dispositivo móvel tem e nem fazem questão de saber.

Com o surgimento das novas tecnologias em dispositivos móveis, o conceito de comunicação mudou, na verdade está em constante mudança, não sabemos ao certo o que esperar para os próximos anos, mas sabemos que muitas inovações chegarão as nossas mãos. Basta esperar.


Fontes:

http://www.gta.ufrj.br/grad/goncalo/historia.htm

http://www.tecmundo.com.br/celular/2140-historia-a-evolucao-do-celular.htm

http://www.cpqd.com.br/highlights/2365-a-revolucao-da-comunicacao-movel.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_telefone_celular

sociedade da informação


Esta sociedade pós-industrial ou “informacional”, como menciona Castells, está ligada  à expansão e reestruturação do capitalismo.  As transformações em direção à sociedade da informação, constituem uma tendência dominante mesmo para economias menos industrializadas e definem um novo paradigma, o da tecnologia da informação, que expressa a essência da presente transformação tecnológica em suas relações com a economia e a sociedade. Esse novo paradigma tem, segundo Castells  as seguintes características fundamentais:
A informação é sua matéria-prima: as tecnologias se desenvolvem para permitir o homem atuar sobre  a
informação propriamente dita.
Os efeitos das novas tecnologias têm alta penetrabilidade: porque a informação é parte integrante
de toda atividade humana, individual ou coletiva e, portanto todas essas atividades tendem a serem
afetadas diretamente pela nova tecnologia.
Predomínio da lógica de redes:   Esta lógica, característica de todo tipo de relação complexa, pode
ser, graças às novas tecnologias, materialmente implementada em qualquer tipo de processo.
Flexibilidade: a tecnologia favorece processos reversíveis, permite modificação por reorganização de
componentes e tem alta capacidade de reconfiguração.
Crescente convergência de tecnologias: principalmente a microeletrônica, telecomunicações,
optoeletrônica, computadores, mas também e crescentemente, a biologia. O ponto central aqui  é
que trajetórias de desenvolvimento tecnológico em diversas áreas do saber tornam-se interligadas.

Achei esse vídeo bem legal, pois mostra uma especie de discursao bem imteressante.
Vejam!!













O Não-Lugar



     Marc Augé, etnólogo Frances, foi o criador do conceito de ‘’não-lugar’’. Augé definia os não-lugares como locais opostos ao lar, de trânsito e deslocamento abundante, destinados apenas para passagens, onde a comunicação, a relação com as demais pessoas é obrigatoriamente superficial, não durável. São lugares destinados para não haver interações e sim como um meio de ‘’canal’’, de um local para outros.  Exemplo desses locais são os aeroportos, shoppings, supermercados, meios de transportes públicos, entre alguns outros.
     Esses espaços não possuem características pessoais e seus significados são atribuídos previamente. A sociedade moderna está cada dia mais correndo contra seu próprio tempo, todos estão necessariamente apressados para suas obrigações no trabalho ou faculdade, então já que esses locais são para a não permanência, e o tempo torna-se cada vez mais acelerado, as pessoas tendem a fazer com que todos os lugares, inclusive o próprio lar, sejam agora não-lugares.

     Abaixo, um vídeo que mostra Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo em uma estação de metrô em Washington, EUA. Onde passou 45 minutos tocando, vestindo jeans, camiseta e boné. Durante todo esse tempo pouquíssimas pessoas pararam para ver e ouvir o violinista ‘’de rua’’.

quinta-feira, 1 de março de 2012

A nova era dos jogos online

Os jogos online de hoje como FarmVille, CityVille, Car Town, Social Empire, os chamados “social games” estão cada vez se tornando uma verdadeira febre no Facebook, onde nesses jogos você consegue interagir mais com as pessoas através de envio de presentes e necessidades de ajuda para conseguir cumprir um determinado objetivo. Mas esse tipo de diversão no mundo da internet não é novidade, pois na década de 90 já existia sim os jogos online mas não os “social games”, pois eram os grandes clássicos, tipo os que tinham enredo no modo Single Player e você finalizava o jogo e também tinham a opção do modo Multiplayer, onde você jogava tanto em LAN como na Internet, no caso você tinha a sua disposição uma imensa lista de servidores para você selecionar, mas isso dependia do tipo de jogo, pois alguns tinham apenas a função de digitar o IP do servidor entre outras funções.

StarCraft (esquerda), lançado em 1998 para PC até hoje está entre os jogos mais populares no modo online. CityVille (direita), lançando em 2010 para o Facebook é um dos jogos mais jogados da rede social mais popular do mundo.

© SITe
Maira Gall