terça-feira, 11 de março de 2014

Vídeo com Gal Kury

E por fim, a professora Gal Kury foi convidada para um bate papo sobre esse assunto.

Ela, que além de ser professora na Universidade de Fortaleza, também trabalha há anos na area de mídias sociais e marketing.

Gal cita muitos conceitos que abordamos nas postagens anteriores, mas vai além, aborda também como está o mercado para esse profissional atualmente. 

Confire aqui:
 

Espero que esse blog tenha esclarecido quem não conhecia essa profissão tão necessária e presente nos dias de hoje. E podemos ver, que o Web Marketing nunca trabalha sozinho, ele sempre trabalha junto com o Web Designer, com a Criação, com a Direção de Arte. É um trabalho realizado em conjunto para que o todo seja um sucesso! 

Obrigada,
Até logo!










Web Marketing na visão da FLAG

A FLAG, localizada em Portugal, é uma escola especializada em cursos na area de comunicação,  e dentre os cursos, o de Web Marketing é referência.  

Conheça o Gabriel Augusto, diretor-geral da FLAG, e ele explica no que consiste o trabalho de um Web Marketeer, que competências deve ter e quais são os níveis de empregabilidade desta nova profissão.


Que tipo de trabalho desenvolve um Web Marketeer? 


O Web Marketeer é um profissional de Marketing, especializado na componente web do Marketing Digital, com os conhecimentos e as competências necessárias para integrar as plataformas e as ferramentas online numa estratégia de marketing global. A sua atividade pode envolver um enorme leque de funções, desde a gestão de conteúdos de um website, a campanhas de e-mail marketing, gestão de comunidades e presença em redes sociais, política de conteúdos, blogs, otimização em motores de pesquisa, entre outros. Note-se, ainda, que as competências associadas ao web marketing têm vindo a expandir-se para outras funções que não estão tradicionalmente ligadas ao marketing e comunicação, como funções de gestão, vendas e recursos humanos, alargando as áreas de atuação do web marketing.
 
Que competências pessoais são indicadas para o desempenho desta profissão?


As competências pessoais indicadas dependem bastante das áreas de intervenção específicas do profissional em questão, já que o Web Marketing envolve um grande espetro de possíveis funções. Se, por exemplo, para um "community manager" se consideram indispensáveis competências pessoais como facilidade de comunicação e empatia, já para um profissional mais dedicado à componente de search marketing se destacam a capacidade analítica e a orientação para métricas e indicadores de atividade. Generalizando, há algo que é determinante a todos os profissionais desta área, independentemente da sua intervenção: criatividade, apetência pelas novas tecnologias e capacidade de auto-aprendizagem, na medida em que se trata de um domínio em constante evolução e exige a todos os profissionais um elevado nível de dedicação para o correto acompanhamento das inovações e, assim, captar as oportunidades quando estas surgem.
 
Como se forma um profissional em Web Marketing?


A formação de um profissonal especializado em Web Marketing exige uma preparação transversal nas várias áreas de intervenção que a função exige, para além do desenvolvimento da capacidade de integração destas áreas numa só estratégia coerente e global. Tendo em conta as características da função, pretende-se que a formação seja muito prática, orientada para o saber-fazer, com desenvolvimento de competências técnicas, tecnológicas e também analíticas. Note-se que a formação contínua de um profissional especializado nestas áreas associadas ao Marketing Digital exige ainda uma forte componente de autodidatismo, já que se trata de um domínio em constante evolução e em que não existe espaço para desatualização. Assim sendo, uma formação presencial em sala, orientada para a prática e técnica, pode facilitar bastante a integração inicial.
 
Qual é a empregabilidade desta profissão? 


O Web Marketing assume um papel fundamental para as empresas, tornando-se numa das atividades com maior empregabilidade no mercado de trabalho, onde a procura é, ainda, superior à oferta de profissionais qualificados, reflectindo-se no volume de anúncios de emprego que existem para as mais diversas áreas de intervenção de Web Marketing.

Site: www.flag.pt

Fontes:

Profissão de hoje e do futuro!

Vimos no post anterior, o surgimento dessa profissão e sua importância.

Mas o que essa profissão realmente significa? 

Web marketing é um novo segmento dentro do marketing que se refere especificamente ao ambiente web.

O trabalho do profissional de Web Marketing não está relacionado somente a vendas na internet, mas também em estar bem posicionado em sites de busca, a publicações de banners, assim como ter um bom relacionamento com seus clientes, fornecedores e colaboradores.


Assim, o termo web marketing refere-se a um tipo de utilização da internet que pode ser feita através de computadores, celulares e outros dispositivos digitais/móveis.

Fontes:

Mas afinal, o que é Web Marketing?

Sejam bem-vindos! 

Afinal, que profissão é essa? O que ela faz? Qual a importância desse profissional no mercado? É o que vamos discutir aqui e nas próximas postagens!  


Apesar da palavra “marketing” já ser conhecida por muitos, eis um conceito e profissão recente, o de Web Marketing.

O ambiente digital tornou-se parte do nosso mundo e presente em todo lugar, através de conexões sem fio, de alta velocidade e de dispositivos móveis, como celulares, notebooks e os smartphones.

O que torna a internet diferente de todos os outros meios é que, graças a ela, a comunicação deixou de ser unilateral e tornou-se uma via de mão dupla, onde qualquer pessoa pode publicar conteúdos. É diferente dos outros meios de comunicação convencionais, onde as grandes corporações detinham o poder da comunicação.

A internet deu voz ao povo, e ao consumidor principalmente. E está tudo lá, às claras: se o cliente obteve uma boa experiência com tal empresa/produto/serviço, ele provavelmente falará bem, mas se houve algum tipo de decepção, ele falará negativamente daquela empresa/produto/serviço.  


E olha que interessante: pesquisas mostram que mais de 80% dos consumidores usam os sites de buscas para encontrar produtos e serviços. São mais de 35 milhões de consumidores a procura de novas experiências, recomendações de produtos, dicas, e etc. 

Então, como essa nova realidade influencia o mercado? Como estar na internet de modo eficiente? Como uma empresa pode usar toda a potencialidade desse meio, sem ficar vulnerável à propaganda negativa e ou prejudicar a reputação conquistada? Como estar presente no mundo digital, já que ele avança e sem dúvida será o futuro?

Logo, a profissão de Web Marketing se fez necessária, quando essas perguntas surgiram e necessitavam de respostas. 

Fontes:

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Formação Complementar para Web TV



Quem intenciona montar sua própria Web TV ou participar de uma, pode encontrar alguns cursos disponíveis no mercado que ajudarão, seja na criação de roteiro, no manuseio da câmera ou na edição de vídeos. 

Em Fortaleza é possível encontrar esses cursos em instituições como o Senac, que constantemente oferece cursos na área da informática. Dentre eles, o de Programação java para web em servlet e jsp, no qual o aluno pode se aperfeiçoar na implementação de aplicações na linguagem Java para web visando recursos auxiliares.Outra escola especializada é a Gracom, onde é possível encontrar um curso especialmente para cinema e TV. O curso de CineTV ensina o aluno desde edição de vídeos até a fazer efeitos especiais.


Outra opção interessante é a Vila das Artes que constantemente oferece cursos nas mais diversas áreas. O aluno pode encontrar várias opções na área do audiovisual, como: Curso de Realização em Audiovisual, Núcleo de Produção Digital e Cultura Digital.

E, por fim, a Travessa da Imagem também oferece cursos na área de iluminação e edição de vídeos. Os cursos tem como objetivo unir teoria e na prática. 

Com tantas opções aqui mesmo na cidade, não vai faltar formação para aqueles que planejam ter seu próprio canal de Web TV!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O que é preciso para criar uma WebTV?



Com as facilidades possibilitadas pela internet e a tecnologia atual, qualquer pessoa pode criar um canal de WebTV próprio. Para tanto, muitos sites, nacionais e internacionais, possibilitam a transmissão de vídeos. Porém, para começar a transmitir o usuário precisa tomar algumas providências como:

1- Site/Media Center/blog – É necessário que você tenha uma página final de destino para que seu vídeo seja publicado. Desde um completo Media Center até um simples Blog podem ser seu palco para se comunicar através de vídeo streaming.

2- Plataforma de Vídeos Online (ou  Online Video Platform – OVP) – Através de um software online e sob demanda você gerencia todo o volume de conteúdos numa interface única, cadastrando e publicando na página de saída exatamente como definido no sistema. Assim você pode:

* Definir o formato que ele vai tocar no seu site;

* Configurar o tamanho, cores e atalhos para rede sociais do player;

* Distribuir para todos os aparelhos conectados à internet, inclusive iPad e iPhone;

* Acompanhar o comportamento do seu público através de relatórios analíticos;

* Monetizar os vídeos através de anúncios publicitários veiculados nos vídeos.

3- Integração via API – Para que tudo que você fez no software apareça na sua página de saída é necessário uma integração via API na base de dados do site. Dessa forma, através de um conjunto de códigos padrões a OVP “conversa” com o seu site, simplificando e otimizando a distribuição dos vídeos.

Para quem não tem tanta facilidade com os sites de transmissão, há a possibilidade de criar uma webtv usando apenas o Youtube e uma fan page no Facebook. Os vídeos podem ser editados e postados no canal do Youtube e a página no Facebook garante a interatividade com o público.

Deficientes auditivos ganham WebTV exclusiva




A Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), em parceria com o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), criou a TV INES, canal de web TV para surdos.

A primeira transmissão aconteceu no dia 24 d abril, data em que se comemora o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio oficial de comunicação e expressão para os deficientes auditivos do Brasil.

O primeiro canal desenvolvido especialmente para surdos do Brasil conta com 12 horas diárias de programação, na qual o webespectador pode conhecer a história e os projetos realizados pelo instituto, assistir desenhos animados e filmes, além de se manter informado. Todos os programas contam com apresentações em Libras.

Segundo a diretora do Instituto Nacional de Educação de Surdos, o INES, "a ideia é criar um entorno positivo a esse universo, para que eles [pessoas com deficiência auditiva] possam ter esse conforto, e o mundo também entre no universo deles. A ideia é contemplar a diversidade", aponta.


No ar para TVs conectadas, tablets, smartphones e também na internet, a TV INES tem como objetivo atingir os 9,7 milhões de deficientes auditivos em todo o país.

[ENTREVISTA] WebTV NIC



Fui conversar com os alunos da WebTV NIC para saber em primeira mão como é fazer televisão na Web e como funciona a rotina de produção e gravação dos programas.

Em busca de novos caminho e opções interessantes dentro do Núcleo Integrado de Comunicação, o NIC, esses alunos participaram da primeira seleção feita para a célula de WebTV. A aluna e estagiária da célula, Gabriela Nepomuceno, destacou o valor da experiência de fazer TV na Web. "Eu sempre quis TV, então quando abriu seleção aqui para o NIC eu procurei logo alguma coisa que tivesse televisão no meio. Eu não sabia como seria, como as coisas funcionavam, o que se fazia numa WebTV, mas no final deu certo. E agora TV e WebTV são o que eu quero fazer", afirmou.

E a rotina de produção e gravação é árdua. Na WebTV NIC todos são produtores, repórteres, câmeras e editores, o que garante a vivência completa do fazer televisão. "A gente vai atrás de ver quem vamos entrevistar, depois entramos em contato com essa pessoa, então gravamos e, então, editamos tudo", enumera Gabriela.

"Nós divimos em editorias, por exemplo, o Lucas [Freire] é da editoria de música, então quando ele foi entrevistar o Fagner, ficou decidido que naquela semana a grande entrevista seria da editoria de música. Daí nós fazemos o reteiro, estudamos a vida do cantor, faz uma pré entrevista - para não ficar perdido e então mostramos todo o material para o professor Glauber", explica Jamile Soares, estagiária da WebTV.

É papel do professor orientador da célula, Glauber Filho, complementar conteúdo e dá as últimas orientações antes da entrevista e da edição.

A periodicidade dos vídeos e sua distribuição durante a semana são variáveis, como me explica Gabriela. "Às vezes conseguimos uma entrevista com alguém interessante aqui da cidade mesmo ou tem algum evento acontecendo, ou uma data comemorativa. Assim, podemos fazer dois, três vídeos durante a semana, depende muito do que aparece e do que conseguimos aproveitar", explica.

O agendamento de entrevistas em uma WebTV acontece exatamente do mesmo jeito que em uma televisão tradicional, como bem explica Jamile. "Para não ficar desorganizado nós sempre agendamos com antecedência e avisamos uns para os outros. É importante lembrar que o entrevistado às vezes não pode em um determinado dia, daí temos que agendar direitinho", explica.


Todos se envolvem na finalização de cada vídeo, não importa quem entrevistou ou quem gravou. O esforço é para não deixar nada pendente antes de partir para o próximo projeto.

Quanto à especialização, o pessoal da WebTV NIC me esclarece, para fazer televisão na web é primordial um curso de câmera e de edição de vídeo. "É importante para não atrasar material por falta de alguém para fazer. Por exemplo, às vezes não conseguimos um câmera ou um pessoa para editar o vídeo, com os cursos podemos fazer nós mesmos", ilustra Jamile.

E eles me garantem, a WebTV está afinada dentro e fora do NIC, recebendo sugestões de pautas e elogios em sua fan page no Facebook. Interatividade não é problema para essa galera.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Afinal, o que é WebTV?



Não podemos passar batido pelas transformações e transições que os meios de comunicação têm sofrido com o advento da internet e sua possibilidade de comunicação instantânea. Essas novas necessidades criadas pela nova forma de se comunicar e se situar no espaço transformou profundamente até os meios de comunicação de massa do século XX, como o rádio e a televisão. 

Não é difícil imaginar que essa tendência levantaria as bases para novas possibilidades de interação social. Foi nesse contexto público, aberto e colaborativo - típico da internet -  que surgiu a WebTV. 

Como já apontamos, na WebTV a interatividade é primordial, isso diferencia o seu conteúdo da programação televisiva que estamos acostumados. Dentre suas características estão: programas temáticos e ao vivo que ficarão online e disponíveis 24 horas por dia para serem vistos e revistos; possibilidade de montar uma grade do jeito que o telespectador desejar; além da participação em tempo real do webespectador (conteúdo colaborativo).

É importante destacar a diferença da WebTV para vídeos on demand (filmes e programas de TV sob demanda) ou mesmo os conhecidos Vlogs. Esses tipos de vídeos fazem parte da programação da WebTV, porém de forma interativa, de forma que você pode montar a sua própria grade de programação e não simplesmente vendo os vídeos dispostos em uma lista. 

Hoje podemos criar nossa própria TV interativa, via web, de qualquer lugar do mundo. E, com isso, novas formas de sociabilidade surgem todos os dias. É de vital importância, portanto, que os profissionais que produzem conteúdo, seja para web ou para as demais plataformas, dialogem com essa nova forma de interagir e participar na contemporaneidade.



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Filme: A Origem Texto: O que é o virtual?


Como diz o texto, a palavra virtual é empregada com freqüência para significar a pura e simples ausência da existência, a realidade supondo uma efetuação material, uma presença tangível. O real seria da ordem do “tenho”, enquanto o virtual seria da ordem do “terás”, ou da ilusão, o que permite geralmente o uso de uma ironia fácil para evocar as diversas formas de virtualização. Podemos associar com a parte do filme em que acontece os níveis do sonho no subconsciente onde se usa um jogo de palavras para convencer Saito de que aquilo não era real e eles precisavam voltar, ele usa frases que Saito havia dito antes da missão. Quando Saito estava ferido no segundo nível do sonho, ele diz algo do tipo: “eu vou conseguir”.  Podemos também ligar ao que o texto fala sobre Limbo, onde este é o último nível do sonho. Nesse lugar um minuto de vida normal pode simbolizar dez anos. Tudo é possível lá, pois o subconsciente não consegue distinguir o real da ilusão, onde o texto diz que o virtual tem somente uma pequena afinidade com o falso, o ilusório ou o imaginário. Trata-se, ao contrário, de um modo de ser fecundo e poderoso. Cada forma de vida inventa seu mundo ( do micróbio à árvore, da abelha ao elefante,  da ostra à ave migratória) e, com esse mundo, um espaço e um tempo específicos.  Podemos relacionar com cena em que quando estão no primeiro nível para tentar implantar a ideia em Fischer uma locomativa entra no meio da cidade e os outros ficam perplexos. O virtual como um processo de transformação de um modo de ser num outro. 

© SITe
Maira Gall