segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Mídia Locativa

Mobilidade informacional, aliada a mobilidade física.

Por Jordana Castro



Vivemos na era da  informação,onde todos estão conectados a toda hora e em todo canto.Nunca o acesso a internet e a informação foi tao fácil e rápido e com a chegada da internet móvel essa conectividade mostrou que veio pra ficar.

Redes Wi-fi  e 3gs estão espalhadas por todos os cantos, o que permite que tudo o que se passa pelo mundo seja visto, registrado e informado em tempo real.
As pessoas obtém cada vez mais controle sobre o espaço e é nesse caminho que a mídia locativa segue.

Pode-se definir Mídias locativas  como tecnologias e serviços baseados em localização cujo conteúdo informacional vincula-se a um lugar específico.Trata-se de processos de emissão e recepção de informação a partir de um determinado local. 


As tecnologias baseadas em localização podem ser divididas em dispositivos (celulares, palms, netbooks, GPS, QR Codes), sensores e redes (celular, Wi-Fi, Wi-Max, bluetooth, GPS). Os serviços podem ser classificados em mapeamento, localização, redes sociais móveis, informação jornalística, games, turismo, realidade aumentada, Anotações Urbanas, publicidade, etc.




Mapeamento e Monitramento de Movimento 

Há funções locativas de mapping e de tracing. Através de informações emitidas por dispositivos móveis podemos mapear densidades em locais e traçar os caminhos que as pessoas façam nesses locais. 

Geotags / Redes Sociais
O objetivo é agregar informação digital em mapas, podendo ser acessada por dispositivos móveis. 



Anotações Urbanas

Possibilitam a apropriação do espaço urbano a partir da escrita eletrônica. Já que se pode produzir 
mensagens, agregar informações a outras já existentes ou lê as mensagens deixadas eletronicamente em 
locais.
Um exemplo claro da mídia locativa nas redes sociais são os "check -in" , onde pessoas marcam os locais por onde passam, atitude cada vez mais comum entre os adeptos desse tipo de rede social.

informação jornalística
A mídia locativa também é utilizada para o mapeamento de noticias, em emissoras e jornais.


Vamos esclarecer do que estamos falando:

Estamos falando de um mídia pautada na localização, onde tudo e todos estão ligados ao espaço. É  cada vez mais comum a busca de informações, localizações e o compartilhamento das mesmas. E é ai que as tecnologias moveis entram facilitando a vida das pessoas através de suas informações tecnológicas.



A mídia locativa e a Publicidade: 

Várias empresas, artistas e ativistas, já vêm utilizando as possibilidades das mídias locativas como forma de marketing, publicidade e controle de produto, criando novas possibilidades de escrita e releitura do espaço urbano.

Os aparelhos celulares são meios indispensáveis quando se trata desse tipo de mídia e a publicidade percebeu isso. Assim passou a investir de forma bastante atuante nesse tipo de mídia utilizando essas tecnologias a seu favor, para o compartilhamento de informações e divulgação.
               






Internet das coisas

Internet das coisas, hum... Certo. logo que você leu esse tema, você pensou o que? NADA? Tudo bem, nem eu. Mas agora já dei uma pesquisada e posso clarear mais a mente de vocês em relação a isso. 
Pois bem, internet das coisas é justamente o que o nome diz, a internet nas coisas. São aqueles objetos conectados à rede ou ligados entre si. Hoje, a variedade de produtos que podem se conectar é imensa. Vai de eletrodomésticos e carros, a relógios e sensores de monitoramento da saúde.
Tudo o que pode ser identificado exclusivamente por um RFID (identificação por radiofrequência) ou tag NFC é rastreado.Já imaginou você no supermercado e conseguir saber o que tem dentro da geladeira da sua casa?
Tá tudo girando em torno da internet e da informação, até as coisas mais inusitadas. Daqui a pouco vão inventar um aplicativo que será possível dar um clique e pronto, tudo aquilo que queremos aparecerá em nossa volta. Já pensou? Viajei demais, né? Certo, parei.  Mas então, deu pra entender mais ou menos do que se trata?

Mídia Kit

Por Débora Queirós
Você já ouviu o termo Midia Kit, Kit Midia ou Média Kit? Não? Hoje vamos falar um pouco mais sobre esse termo que é tão usado entre blogueiros e empresas em geral. Em resumo é o balanço geral de suas atividades. Levantamento de dados sobre todos os gostos e público que sua empresa aborda.

Pra ficar mais fácil, vamos pegar algo como exemplo, um blog de moda. Hoje em dia, muitas pessoas estão ganhando fama, sucesso e dinheiro abordando assuntos que nós mulheres e alguns homens, adoram. Com o passar do tempo, o blog ganhando credibilidade e adquirindo leitores fiéis, consequentemente empresas como "loja de roupas, acessórios, maquiagem, perfume e afins" procuram essas blogueiras e propõem o que chamamos de PARCERIA.

Para isso, a loja em questão pede um MIDIA KIT, onde o blog faz um levantamento de quem são seus leitores, quantas vezes frequentam o blog, a idade, renda, confiança nas postagens e o que mais desejar para enriquecer seu "currículo", porque é exatamente disso que esse KIT é feito.
Exemplo do blog "http://becabrait.com.br"

Com esses números, fica muito mais fácil a interação do blogueiro e da empresa em questão. Mas, como fazer? Quais programas usar? Um formulário bem prático e super fácil de usar, é o GOOGLE DOCS. Você entra na sua conta do google e lá na barra do google.com. Vou fazer um passo a passo de links: 
google.com > mais/more > ver mais/even more > docs/drive > criar/create > form

Pronto, agora é só fazer todas as perguntas, colocar as opções e na hora de salvar você copia a URL ou a EMBED e copia no local X. Todas as respostas podem ser vistas no mesmo passo a passo que falei acima. Fica um link com o nome do formulário e você vê todas as respostas com gráficos certinhos, além de ser organizado o visual é super atraente.

Depois de todos os dados levantados você é que decide se o arquivo vai ficar em pdf, em um página no blog ou simplesmente em um documento do word. O indicado é uma página especial com ANUNCIE, facilita para as empresas e não sofre a decepção do anunciante não aceitar a parceria, já que ele já vai saber direitinho do que seu blog/empresa trata. Tudo esclarecido?

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O “SOPA” que esquentou os Estados Unidos


Não se trata de um post sobre culinária, de alguma dica para se proteger do frio ou de um erro de português. O fato é que o projeto de lei SOPA (Stop Online Piracy Act), apresentado em outubro de 2011 pelo congressista americano Lamar Smith e criado para tornar mais rígidas as leis contra a pirataria na internet, gerou diversas manifestações de protesto nos Estados Unidos, em janeiro de 2012, encabeçadas por alguns sites de busca, pesquisa e armazenamento de conteúdo na web.


Mas por que tanta confusão se a pirataria por si só é uma prática ilegal? Se você é daqueles que compartilha vídeos, músicas, livros, seja lá o que for – tendo este material seus direitos autorais reservados –, ou faz download desses materiais, com certeza cairia na malha fina do SOPA e poderia até ser preso por isso, assim como os responsáveis pelos sites que facilitam essas práticas. Além disso, com o projeto de lei, o governo teria mais controle sobre todo o conteúdo postado na internet, e isso poderia gerar futuramente uma espécie de censura virtual – esse é o argumento mais forte utilizado por aqueles que são contra o SOPA. Do outro lado da "rede" (aqueles que apoiam o projeto de lei), estão as produtoras de conteúdo de entretenimento – gravadoras, estúdios, editoras –, obviamente lesadas pela prática da pirataria.

Após diversos movimentos organizados via internet, o SOPA teve sua data de votação na câmara norte-americana adiada por tempo indeterminado. Porém, eis a questão de qual lado se deve ficar: daqueles que compartilham e baixam arquivos sem se preocuparem com os que detêm seus direitos autorais ou daqueles que irão controlar todo o conteúdo que deverá (ou não) ser postado na internet?

O que são Stalkers?

    No post de hoje, você vai conhecer a definição de stalking e saber todos os perigos deste tipo de assédio. A palavra stalking vem do verbo em Inglês, stalk, que significa: 1) perseguir ou abordar, furtivamente e em silêncio. 2) prosseguir com insistência e muitas vezes atacar a pessoa com quem se está obcecado.

  O conceito de stalking não é de hoje, aliás, comportamentos desse tipo foram documentados por séculos, mas a prática foi definida como crime grave a partir da década de 90, em grande parte como consequência da relação entre celebridades muito famosas e seus fãs. O Stalker, ou perseguidor, direciona uma vigilância exagerada a outra pessoa, muitas vezes forçando contatos indesejados. Nem sempre há um motivo claro além da obsessão e as atitudes podem variar, muitas vezes com o intuito de amedrontar sua vítima ou simplesmente permanecer à espreita, apenas observando. Em outros casos envolvem atitudes mais diretas e amedrontadoras, como entregar objetos indesejados, ameaçar e ter atitudes fisicamente violentas.



   Se você já se sentiu observado, vigiado e até mesmo seguido pela internet, principalmente dentro de redes sociais, saiba que você não é o único e que isso pode se tornar um problema grave. Tome cuidado com o que publica, um stalker usará tudo o que pode contra você. Lembre-se de que a internet possui dois lados: o lado rápido, prático e ótimo para a comunicação, mas há também o lado perigoso da maldade de muitas pessoas. A verdade é que os Stalkers estão sempre à frente, buscando maneiras de quebrar a privacidade de suas vítimas e devemos estar sempre atentos.


terça-feira, 16 de outubro de 2012


  O filme A Origem é uma ficção na qual mostra como os sonhos podem ser controlados e manipulados,  conseguindo extrair ou implantar informações.

  Podemos notar uma ligação muito clara do filme com o texto “O que é virtual?”, de Pierre Lévy. O autor se refere em seu texto que o virtual é algo real e produzido, o que muitos não concordam. Por sua vez o virtual se opõe ao atual, é algo impotente e que não pode ser materializado. O sonho, mostrado no filme, pode ser considerado uma metáfora ao virtual. Uma comparação a algo que não existe fisicamente, mas nem por isso deixa de existir. O sonho, assim como o virtual, sofre por conta da sua impotência, que no momento em que deixa de existir e começa a se concretizar deixa de ser apenas sonho e virtual. 

Pierre também fala sobre seu conceito de atualização, que é o ato de fazer a realização do virtual, o ato de concretizar o que antes só acontecia em pensamento ou de forma inanimada.
A ligação que a atualização tem com o filme é o pela tentativa que os personagens tem de se concretizar o desejo de se conseguir roubar os segredos ou de implantar novas informações na mente das pessoas.


Outra teoria é a da realização, que é o estado pré-definido. O estado que não domina e que não tem como mudar. A realização pode ser representada no filme pela sensação de morte nos sonhos, que causa, consequentemente, o despertar da própria pessoa dona do sonho.  

O filme "A origem" e os conceito do livro "o que é o virtual?"


O filme "A origem"  britânico Christopher Nolan  e a relação com o livro "O que é virtual?" do filosofo francês Pierre Lévy. E adiante está a relação do filme e os dos conceitos do livro entre o virtual, real, atual e a virtualização.




Tudo que não é real é virtual, mas virtual pode se tornar real. Tudo que não é material é virtual ele não se opõe ao real. Em relação ao filme “ A origem” o virtual era os sonhos dos personagens, durante o sonho tudo era real, mas era o real do sub consciente é outro tipo de realidade. O virtual é sempre produzido, mesmo quando temos a ilusão de sentir a materialização dele, no filme aplica-se varias vezes, que você fica confuso sem saber se ele está no sonho ou no real, porque o sonho é real, mas o real diferente, tanto que até no final do filme você fica sem saber  se o encontro com os filhos é real ou é mais sonho do personagem Cobb (Leonardo diCaprio).
No atual é relacionado com algo que seja de verdade, algo que seja concreto e material, totalmente ao contrário do virtual. A atualização é a materialização dos planos, ela é a solução para os problemas, no filme ele aparece na cena em que Cobb planta a idéia na mente do imperador.
A virtualização  ela ocorre quando surgi um problema na atualização e para consertar esse problema é preciso encontrar uma nova solução para dar certo o que foi esperado. No filme esse momento surge quando o herdeiro acha um modo de criar uma defesa para o corpo dele e faz com que fique mais difícil que Cobb implante a idéia que deseja.

Relacionando o filme "A Origem" com o texto "O que é virtual?".


O filme “A Origem” fala de pessoas que compartilham sonhos com outras pessoas, e dentro deste sonho compartilhado, os segredos dessas pessoas são guardados e materializados, em um local de difícil acesso, no filme ele trate esse local como um cofre. O personagem Cobb, interpretado por Leonardo diCaprio, é especialista em roubar os segredos dessas pessoas enquanto elas estão sonhando, só que no decorrer do filme ele assume uma missão, ele vai ter que em vez de roubar segredos, vai ter que plantar uma idéia na mente de uma pessoa, sendo que essa pessoa teria que achar que foi uma idéia dela mesma.

 Relacionando o filme “A Origem” com o texto “O que é virtual?”, de Pierre Lévy, o virtual é real, tudo que existe hoje, a tecnologia e tudo mais, um dia já foi virtual e hoje é real. Tudo que não é material é virtual, no filme o que era virtual era os sonhos dos personagens. Quando os personagens estavam sonhando era real, mas era outro tipo de realidade.
No conceito de atual, seria algo que seja de verdade, algo material e concreto, no caso do filme seria o momento em que o Herdeiro Robert termina afirmando para seu tio que irá dividir o império deixado pelo seu pai.
O conceito de realização é a ocorrência de um estado pré-definido, ou seja, são coisas que vão acontecer mesmo que a gente não queira, como por exemplo, o sol nascendo. No filme se pode ver um caso de realização, acontece quando os personagens acordam de um sonho, ou seja, eles não podem controlar o momento que acorda.
No conceito de atualização, seria uma invenção de uma solução exigida por um complexo problemático, ou seja, a solução de um problema, seria uma saída para que o desejo fosse realizado, no caso do filme o personagem Cobb consegue implantar a idéia no imperador, e finalmente Cobb chega em casa, e tem sua presença física para os filhos.
No conceito de virtualização, passa de uma solução a um outro problema, ou seja é um problema dentro da atualização, e tem que ser feito algo para chegar ao propósito. No caso do filme seria a defesa criada pelo corpo do herdeiro, que acaba dificultando a implantação da idéia que Cobb deseja fazer.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A Origem e Pierre Lévy

 

No livro O que é o virtual?, o filósofo francês Pierre Lévy aborda o fenômeno da virtualização à luz da relação entre a comunicação virtual e as características da sociedade contemporânea. Irei adiante levar em conta somente os conceitos de Virtual, Atual, Atualização e Virtualização do livro.

 

 

O Virtual

Pierre Lévy defende que o virtual não se opõe ao real. É encarado pelo autor como uma maneira de ser diferente do possível e do real. Portanto pode-se definir o real como “o que existe”, enquanto o virtual seria “o que ainda há de existir”. Podemos ver esse conceito aplicado ao filme como o mundo dos sonhos, a realidade os sonhos em si.

Realidade dos Sonhos

O Atual

O conceito de atual consiste em algo que está em ato, que está acontecendo neste exato momento. Esse conceito é bem mais complicado de ser aplicado, pois em tantos níveis do sonho fica difícil durante o percuso dizer o que realmente, ou mesmo, de fato está acontecendo. Porém se esse conceito puder ser aplicado ao que acontece e não ao que de fato está acontecendo, então o filme todo é atual.

O Virtualização

A virtualização é um dos principais fatores de criação da realidade, e aqui o virtual existe e produz efeitos. Logo, o movimento de virtualização implica irreversivelmente nos seus efeitos, indeterminação no seu processo e invenção/criação do seu espaço. Isso no filme se aplica quando as pessoas passam a criar a realidade. Não só isso, eles passam a acreditar que o sonho é a realidade.

Assim podemos dizer que a virtualização não é um fenômeno da contemporaneidade, pois antes das tecnologias eletrônicas, já existiam vetores de virtualização, como a imaginação, a memória, o conhecimento e a religião. A virtualização também pode ser definida como o movimento inverso da atualização.

A Desvirtualização

Bom tendo o filme como base a desvirtualização seria o offline, porém como o próprio filme mostra, por diversas vezes por sinal, algumas pessoas tem dificuldade para abrir mão dessa realidade. Eu ao contrário sei muito bem da importância do offline, então um abraço e até o próximo post! 
 
 

 

A Origem. Real, virtual e atual?



O filme “A Origem” é bastante enigmático e a história gira em torno de um mundo onde é possível entrar na mente humana. Os personagens tem a função de entrar nos sonhos das pessoas e roubar sua idéias, seus segredos e tudo que é idealizado no sonho. O personagem principal é Cobb e ele juntamente com uma equipe aceita a missão de invadir o sonho de Richard Fischer, herdeiro de um império econômico, e plantar uma idéia na mente dele, sendo essa a de desmembrar o império do pai.

O filme se relaciona de forma visível com o texto “O que é virtual” de Pierre Levy, pois podemos identificar o virtual e o atual em alguns pontos do filme. O virtual é real, porém ele se opõe ao que é material. Já o atual é solução do enigma que está sendo tratado no virtual. A virtualidade e a atualidade são ambas reais, porém são retratadas de formas diferentes durante o filme.  

Pode-se dizer que a idéia que Cobb vai implantar na mente do herdeiro para que ele venha a dividir o seu império é virtual, pois é uma idéia que é real. O atual também é identificado durante o filme, na cena em que Cobb consegue voltar para seu país e encontrar seus filhos. Nessa cena podemos ver a solução do problema que o personagem teve que passar durante todo enredo do filme. 
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