Por Jordana Castro
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Mídia Locativa
Por Jordana Castro
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
O “SOPA” que esquentou os Estados Unidos
Não se trata de um post sobre culinária, de alguma dica para se proteger do frio ou de um erro de português. O fato é que o projeto de lei SOPA (Stop Online Piracy Act), apresentado em outubro de 2011 pelo congressista americano Lamar Smith e criado para tornar mais rígidas as leis contra a pirataria na internet, gerou diversas manifestações de protesto nos Estados Unidos, em janeiro de 2012, encabeçadas por alguns sites de busca, pesquisa e armazenamento de conteúdo na web.
Mas por que tanta confusão se a pirataria por si só é uma prática ilegal? Se você é daqueles que compartilha vídeos, músicas, livros, seja lá o que for – tendo este material seus direitos autorais reservados –, ou faz download desses materiais, com certeza cairia na malha fina do SOPA e poderia até ser preso por isso, assim como os responsáveis pelos sites que facilitam essas práticas. Além disso, com o projeto de lei, o governo teria mais controle sobre todo o conteúdo postado na internet, e isso poderia gerar futuramente uma espécie de censura virtual – esse é o argumento mais forte utilizado por aqueles que são contra o SOPA. Do outro lado da "rede" (aqueles que apoiam o projeto de lei), estão as produtoras de conteúdo de entretenimento – gravadoras, estúdios, editoras –, obviamente lesadas pela prática da pirataria.
Após diversos movimentos organizados via internet, o SOPA teve sua data de votação na câmara norte-americana adiada por tempo indeterminado. Porém, eis a questão de qual lado se deve ficar: daqueles que compartilham e baixam arquivos sem se preocuparem com os que detêm seus direitos autorais ou daqueles que irão controlar todo o conteúdo que deverá (ou não) ser postado na internet?
O que são Stalkers?
terça-feira, 16 de outubro de 2012
O filme A Origem é uma ficção na qual mostra como os sonhos podem ser controlados e manipulados, conseguindo extrair ou implantar informações.
Podemos notar uma ligação muito clara do filme com o texto “O que é virtual?”, de Pierre Lévy. O autor se refere em seu texto que o virtual é algo real e produzido, o que muitos não concordam. Por sua vez o virtual se opõe ao atual, é algo impotente e que não pode ser materializado. O sonho, mostrado no filme, pode ser considerado uma metáfora ao virtual. Uma comparação a algo que não existe fisicamente, mas nem por isso deixa de existir. O sonho, assim como o virtual, sofre por conta da sua impotência, que no momento em que deixa de existir e começa a se concretizar deixa de ser apenas sonho e virtual.
Pierre também fala sobre seu conceito de atualização, que é o ato de fazer a realização do virtual, o ato de concretizar o que antes só acontecia em pensamento ou de forma inanimada.
A ligação que a atualização tem com o filme é o pela tentativa que os personagens tem de se concretizar o desejo de se conseguir roubar os segredos ou de implantar novas informações na mente das pessoas.
O filme "A origem" e os conceito do livro "o que é o virtual?"
Relacionando o filme "A Origem" com o texto "O que é virtual?".
No conceito de atual, seria algo que seja de verdade, algo material e concreto, no caso do filme seria o momento em que o Herdeiro Robert termina afirmando para seu tio que irá dividir o império deixado pelo seu pai.
O conceito de realização é a ocorrência de um estado pré-definido, ou seja, são coisas que vão acontecer mesmo que a gente não queira, como por exemplo, o sol nascendo. No filme se pode ver um caso de realização, acontece quando os personagens acordam de um sonho, ou seja, eles não podem controlar o momento que acorda.
No conceito de atualização, seria uma invenção de uma solução exigida por um complexo problemático, ou seja, a solução de um problema, seria uma saída para que o desejo fosse realizado, no caso do filme o personagem Cobb consegue implantar a idéia no imperador, e finalmente Cobb chega em casa, e tem sua presença física para os filhos.
No conceito de virtualização, passa de uma solução a um outro problema, ou seja é um problema dentro da atualização, e tem que ser feito algo para chegar ao propósito. No caso do filme seria a defesa criada pelo corpo do herdeiro, que acaba dificultando a implantação da idéia que Cobb deseja fazer.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A Origem e Pierre Lévy
No livro O que é o virtual?, o filósofo francês Pierre Lévy aborda o fenômeno da virtualização à luz da relação entre a comunicação virtual e as características da sociedade contemporânea. Irei adiante levar em conta somente os conceitos de Virtual, Atual, Atualização e Virtualização do livro.
O Virtual
Pierre Lévy defende que o virtual não se opõe ao real. É encarado pelo autor como uma maneira de ser diferente do possível e do real. Portanto pode-se definir o real como “o que existe”, enquanto o virtual seria “o que ainda há de existir”. Podemos ver esse conceito aplicado ao filme como o mundo dos sonhos, a realidade os sonhos em si.
O Atual
O conceito de atual consiste em algo que está em ato, que está acontecendo neste exato momento. Esse conceito é bem mais complicado de ser aplicado, pois em tantos níveis do sonho fica difícil durante o percuso dizer o que realmente, ou mesmo, de fato está acontecendo. Porém se esse conceito puder ser aplicado ao que acontece e não ao que de fato está acontecendo, então o filme todo é atual.
O Virtualização
A virtualização é um dos principais fatores de criação da realidade, e aqui o virtual existe e produz efeitos. Logo, o movimento de virtualização implica irreversivelmente nos seus efeitos, indeterminação no seu processo e invenção/criação do seu espaço. Isso no filme se aplica quando as pessoas passam a criar a realidade. Não só isso, eles passam a acreditar que o sonho é a realidade.
Assim podemos dizer que a virtualização não é um fenômeno da contemporaneidade, pois antes das tecnologias eletrônicas, já existiam vetores de virtualização, como a imaginação, a memória, o conhecimento e a religião. A virtualização também pode ser definida como o movimento inverso da atualização.
A Desvirtualização









